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	<title>Marketing, Vendas     &#38; outras Bobagens &#187; vendedores</title>
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		<title>Verdadeiras Necessidades</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem participei de um interessante debate que se iniciou sobre alguns “pudores” no marketing, como indução, manipulação de desejos, etc., e acabou nos desejos e necessidades dos consumidores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-284" href="http://www.jeanoliveira.com.br/verdadeiras-necessidades/piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow/"><img class="size-full wp-image-284  aligncenter" title="piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/11/piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow.jpg" alt="piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow" width="339" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem participei de um interessante debate que se iniciou sobre alguns “pudores” no marketing, como indução, manipulação de desejos, etc., e acabou nos desejos e necessidades dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoalmente gosto muito da teria de Maslow, e sua pirâmide hierarquizada de necessidades, onde presupõe-se que uma categoria de necessidades só se manifeste após a satisfação de outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que falamos de marketing e motivações de compra chegamos ao ponto das necessidades. Mas o que realmente são necessidades?<br />
Se imaginarmos realmente o que um indivíduo necessita pra sua vida nos limitaríamos a alguns metros quadrados pra dormir protegido das variações climáticas, certa quantidade de comida, algumas roupas, atendimento médico e medicamentos quando necessários, água, etc.
</p>
<p style="text-align: justify;">Longe de mim em alguns minutos contradizer a teoria de Maslow, amplamente discutida e utilizada como base teórica em todo o mundo, mas gosto de partir do princípio de “necessidades” citado por outras fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Freud disse que “&#8230;tudo em você e em mim emana de dois motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande”.</p>
<p style="text-align: justify;">William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas duas definições temos uma coisa em comum: Todos os desejos do ser humano estão baseados na necessidade de aprovação e apreciação por parte dos demais membros da sociedade em que vive.</p>
<p style="text-align: justify;">O capitalismo é baseado nisso, na permissão de que esses desejos sejam satisfeitos. Literalmente o céu é o limite, já que a satisfação dessa necessidade está diretamente relacionada ao ambiente em que o indivíduo vive. Os parâmetros são retirados da própria sociedade, que define o que é necessário para alcançar a tal “apreciação” dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">O marketing é sim manipulador de comportamentos, e não vejo nada de errado nisso (se bem que “gostar de dinheiro”, como diversas outras palavras e expressões, também não são vistos com bons olhos em nosso país). Procure pelo significado dessa palavra no dicionário.</p>
<p style="text-align: justify;">A ética, outro parâmetro bem relativo, é que vai definir como essa ferramenta será utilizada, mas o fato é que o ser humano, seja através de minha empresa ou a do concorrente, buscará atender a esses desejos, extremamente intrínsecos e primários, quer seja de maneira consciente ou inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas muitos dos produtos ou serviços que adquirimos não nos valem pela utilidade prática que terão, mas pelo quanto acrescentarão à nossa imagem junto à comunidade em que vivemos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dérbi da Pipoca</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 23:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje foi dia de clássico, o maior do futebol mundial: Guarani x Ponte Preta. Como alguém já disse, “todo homem deve fazer algumas coisas na vida”:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-251" href="http://www.jeanoliveira.com.br/derbi-da-pipoca/pipoca/"><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="pipoca" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pipoca.jpg" alt="pipoca" width="324" height="306" /></a></p>
<p>Hoje foi dia de clássico, o maior do futebol mundial: <strong>Guarani x Ponte Preta</strong>. Como alguém já disse, “todo homem deve fazer algumas coisas na vida”:</p>
<p>Ter um filho</p>
<p>Plantar uma árvore</p>
<p>Escrever um livro</p>
<p>E assistir ao dérbi de Campinas.</p>
<p>Foi perfeito. Guarani 2, Ponte Preta 1. Apesar do “pé-frio” do Rodrigo, ganhamos. (essa parte foi sugerida pelo Daniel).</p>
<p>Mas vamos ao que interessa. Imaginem a cena: Calor de 32°; O sol, que deve ter abandonado o restante do planeta pra estacionar de frente pra arquibancada; O estádio lotado, impossibilitando qualquer deslocamento aos banheiros e bares. Resumindo: Água, nem pensar. No máximo um picolé pra refrescar.</p>
<p>No meio desse deserto, eis surgem alguns <strong>vendedores</strong>, passando pra lá e pra cá, vendendo imaginem o que?  Pipoca.</p>
<p>Aquilo me dava sede só de olhar. Eu podia aceitar a idéia de beber todo o tubo de vinagre, mas em hipótese alguma comeria aquela pipoca, não naquele calor.</p>
<p>Um “visionário” torcedor dá um grito:</p>
<p>- Tio, troca essa pipoca por água que você vende tudo!</p>
<p>Não precisava ser nenhum pós-graduado em <strong>promoção de vendas</strong> pra chegar a tal conclusão.</p>
<p>Um outro perguntou a ele:</p>
<p>- Por que o senhor está vendendo “pipoca”, nesse calor?</p>
<p>A resposta, a mais inocente possível: &#8211; Pra ajudar o Guarani.</p>
<p>Não sei se fiquei mais feliz com o comprometimento do “tio” <strong>vendedor </strong>de pipoca, ou assustado com a falta de sensibilidade da <strong>administração.</strong></p>
<p>Imaginem só, a quantidade de água vendida se os três ou quatro <strong>vendedores</strong> destinados a vender pipocas tivessem sido deslocados para venderem água. Não precisa nem dizer. Só eu tomaria ao menos uns 3 copos.</p>
<p>O curioso é analisar que muitas <strong>empresas</strong> fazem o mesmo. Olham para o próprio umbigo para decidir o que ofertar ao <strong>consumidor</strong>. Esse tempo já se foi, há pelo menos uns quinze anos. Não se pode mais ofertar apenas baseado nas necessidades da <strong>empresa</strong>, ou mesmo baseado em um conceito engessado, que não se adapte às sazonalidades, por mais sutis que elas sejam.</p>
<p>Mas enfim, o que importa é que o Guarani ganhou, Vamos subir, e os ponte-pretanos, coitados, vão dormir com a cabeça inchada.</p>
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		<title>A Promoção de Vendas na Internet</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 17:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como grande parte das ferramentas de marketing, a promoção de vendas ainda não está “madura”, na internet. Com raras exceções. O que vemos são tentativas de se promover um produto ou marca sem a devida consistência com o cenário social, concorrência, demanda e divulgação. Segundo definição de Alcino Ricoy Júnior, “A promoção de vendas diferencia-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-230" href="http://www.jeanoliveira.com.br/a-promocao-de-vendas-na-internet/barcelona/"><img class="aligncenter size-full wp-image-230" title="barcelona" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/barcelona.jpg" alt="barcelona" width="378" height="231" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como grande parte das ferramentas de <strong>marketing</strong>, a <strong>promoção de vendas</strong> ainda não está “madura”, na <strong>internet</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com raras exceções. O que vemos são tentativas de se promover um produto ou marca sem a devida consistência com o cenário social, concorrência, demanda e divulgação.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo definição de <strong>Alcino <em>Ricoy Júnior</em>,</strong> <em>“<strong>A promoção de vendas</strong> diferencia-se das vendas pessoais e, portanto, do vendedor, por se tratar de uma técnica para favorecer as vendas em massa e que objetiva o preparo sistemático para a venda em grande escala, a qual será decorrente de um planejamento de suas ações com as vendas, em estreita ligação com o campo da comunicação”</em>, ou seja a <strong>promoção</strong> não pode ser considerada como com um fim em si mesmo, dependendo da interligação e consideração de fatores internos, de ordem administrativa, além dos fatores externos, já mencionados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Kotler, a <strong>promoção de vendas</strong> tem como “qualidade fundamental” a geração de um elemento de persuasão muito importante nas decisões de compra: <strong>A escassez</strong>, sobre o qual discorreremos em ocasião oportuna.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais que o interesse no produto, a sensação de oportunidade única, gerada pela escassez, move o consumidor a agir, para não ter cerceado seu direito de escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esse ítem persuasivo acaba por atrair, em grande parte, consumidores motivados pela economia gerada, porém é necessário considerarmos a baixa lealdade, característica desse perfil de consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas são essenciais para o sucesso de uma campanha. Várias ferramentas estão disponíveis para coleta de dados, mensuração e estimativas, de maneira nunca imaginada antes do advento da <strong>internet</strong>, mas a grande dificuldade ainda se concentra na falta de conhecimento e de capacitação de profissionais para utilização desses dados que, sem análise, valem tanto quanto pensamento positivo para aumentar as vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda com relação aos fatores externos, é necessário se atentar para o ambiente. No ambiente on-line o tempo passa de maneira diferente. Num mundo feito de cliques, o mesmo tempo que gera vantagem competitiva sobre os meios tradicionais também será figura de acusação para ações fora do contexto social, que se altera muito rapidamente. O usuário recebe informação de maneira rápida e espera que você esteja preparado para responder na mesma velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um exemplo de ação bem planejada foi realizado pela <strong>NetShoes</strong>, líder em venda de material esportivo pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">No último dia 27 de maio, <strong><em>Barcelona</em></strong> e <strong><em>Manchester United</em></strong> disputavam a final da “<strong>Champions League”</strong>, torneio de maior importância para o futebol europeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas algumas horas depois, ao acessar o site da Netshoes o visitante era recebido com o que podemos chamar de “uma festa” ao então campeão Barcelona, promovendo toda a linha de produtos relacionadas à ele.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante atentar-nos para todos os fatores envolvidos na promoção:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Cenário Social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quantos brasileiros torcem pro Barcelona? Imagino que em número infinitamente inferior ao número de brasileiros que torcem pra seleção brasileira. Até meu Guarani tem mais torcedores que o Barcelona (aqui no Brasil). Então porque não promover os ítens da seleção Brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A internet tem o poder de realizar desejos de maneira imediata. No caso, quantas pessoas, logo após o jogo, seriam bombardeadas com a informação do título do Barcelona, despertando desejo de consumo <strong>da imagem</strong> de “Campeão”?</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é analisar o cenário, e não cair na armadilha da utopia de marketing, presente em algumas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Divulgação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A NetShoes é um case do Google e utiliza muito bem o poder desse gigante, gerador de tráfego. Nesse ponto a empresa não tinha grandes problemas. O fato é que na maioria dos casos as empresas, principalmente as pequenas e médias, subestimam a necessidade de ações planejadas de modo a garantir o tráfego ao site ficando apenas com o ônus da <strong>promoção</strong>, concentrada no custo de planejamento e execução, mas com pouca visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Tempo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O jogo se encerrou em torno das 17hs. Você imagina que a empresa iniciou a campanha após o final da partida?</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que não.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Imagino a cena: A campanha planejada alguns dias antes. As duas peças promocionais prontas, para os dois times, até então ninguém sabia o resultado da partida. O departamento de execução com os olhos fitos na tela. Ao apito final do árbitro a equipe entra em  ação. Pronto. Temos uma ação de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas só receberam a notícia da vitória do Barcelona nos telejornais noturnos, mas à essa hora, a NetShoes já devia ter vendido algumas dezenas de camisas do time campeão.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum dos conceitos é novo e nenhum deles dispensável para uma ação promocional, seja ela na web ou no modelo tradicional. O consumidor é o mesmo, com os mesmos desejos. Apenas com sob novas bandeiras e principalmente formas de comunicação, mas ainda ansioso pela satisfação de seus desejos.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe às empresas estudarem esse consumidor no ambiente online e se adequarem. Afinal, o ambiente é dele.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>SEO: Mais Uma Bolha?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 00:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Provavelmente todos já ouviram falar da tal “Bolha da internet”, quando no início da década, o mercado “caiu em si” quanto à supervalorização dada ao segmento web, ainda imaturo e com as melhores possibilidades de negócio ainda não tão claras. Não que a aposta quanto ao futuro da internet estivesse errada, mas o fato é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> <a rel="attachment wp-att-202" href="http://www.jeanoliveira.com.br/seo-mais-uma-bolha/nerd-computador/"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="Nerd-computador" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Nerd-computador.jpg" alt="Nerd-computador" width="379" height="243" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Provavelmente todos já ouviram falar da tal <strong>“Bolha da internet”,</strong> quando no início da década, o mercado “caiu em si” quanto à supervalorização dada ao segmento <strong>web</strong>, ainda imaturo e com as melhores possibilidades de negócio ainda não tão claras. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não que a aposta quanto ao futuro da internet estivesse errada, mas o fato é que as coisas não são tão simples. Os estudos e boas práticas de marketing continuam válidos para o trabalho de marcas via web, embora muita gente tenha subestimado a necessidade desse planejamento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Muitas empresas contribuíram para a cultura do <strong>“Web-Sobrinho”</strong>, aquele garoto que sabia de informática, e à ele era entregue a responsabilidade de toda a estratégia de comunicação de sua empresa na <strong>internet</strong>, baseado na grande nuvem de desinformação disponível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Atualmente um novo fenômeno acontece. Trata-se do trabalho de <strong>SEO</strong>, do inglês <strong><em>Search Engine Optimization</em></strong>, ou <strong><em>Otimização para os Mecanismos de Busca</em></strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Após muito investimento nos <strong>Links Patrocinados</strong> e com o retorno obtido nos mesmos as empresas tem chegado à uma conclusão óbvia: que o posicionamento na <strong>busca natural</strong> é um negócio da China, tendo em vista a visibilidade constante para todas as buscas para a <strong>palavra chave</strong>, com custo fixo, independente da quantidade de cliques. O problema é: Como consigo isso?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Empresas se amontoam nos <strong>buscadores</strong> oferecendo esse tipo de serviço e o mais engraçado é analisar esses concorrentes que, quase em sua totalidade, não tem seus próprios <strong>sites otimizados</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Outro ponto à ser considerado é a subjetividade, característica nessa prestação de serviço. Teoricamente os critérios de posicionamento dos <strong>buscadores</strong> são desconhecidos, ou seja, os <strong>buscadores</strong> não divulgam esses critérios de <strong>otimização</strong> em sua totalidade, fato esse que produz grandes distorções no conceito e empresas otimizando de acordo com seus próprios conceitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O <strong>Google</strong>, por exemplo, de acordo com o ângulo em que se analisa, utiliza mais de 1500 critérios em seu algorítimo para o rankeamento de uma página (quando minuciosamente detalhados esses critérios).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O fato de uma empresa ter conhecimento de 10 ou 20 deles, permitiria à ela dizer que “otimiza” um site?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Essa é a bolha da vez. Não da idéia em si. <strong>SEO É UM ÓTIMO NEGÓCIO, </strong>mas corre o risco de, mais uma vez, uma idéia e tendência ser corrompida e questionada em função da falta de conhecimento de alguns profissionais.<br />
</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A vantagem do investimento nessa ferramenta é óbvia.   O resultado desse investimento: fantástico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Como em qualquer outro serviço “comoditizado” (não sei se essa palavra existe) o diferencial está no resultado. E preço.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Avalie, procure consistência no discurso, teste o conhecimento do fornecedor, peça referências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Agora, caso tenha utilizado um <strong>“web-sobrinho”</strong> pra fazer o site de sua empresa, esqueça tudo que falei. Afinal, não sei se seria um bom negócio apresentar “esse” site a milhares de pessoas. Não pega bem né!</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce, Novamente.</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 00:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na comparação dos cinco primeiros meses de 2009 com o ano anterior, a internet apresenta um crescimento de 23,85% no faturamento de mídia. A mídia impressa foi que mais perdeu espaço: Jornais -16% e Revistas -9,48%. O Faturamento total de mídia gerado por veiculação publicitária teve um aumento de 1,72%, atingindo R$ 7,824 bilhões. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/teclado-internet"><img class="size-full wp-image-187 aligncenter" title="teclado" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/teclado.jpg" alt="teclado" width="360" height="216" /> </a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Na comparação dos cinco primeiros meses de 2009 com o ano anterior, a <strong>internet</strong> apresenta um crescimento de 23,85% no faturamento de <strong>mídia</strong>. A <strong>mídia</strong> impressa foi que mais perdeu espaço:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Jornais  -16% e Revistas  -9,48%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O Faturamento total de <strong>mídia</strong> gerado por veiculação publicitária teve um aumento de 1,72%, atingindo R$ 7,824 bilhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A<strong> internet</strong> repete o sucesso dos anos anteriores e se mantém como a <strong>mídia </strong>que mais cresce. O faturamento da <strong>internet </strong>atingiu R$ 309 milhões apenas nos cinco primeiros meses desse ano. Apesar do bom resultado o desconhecimento ou mesmo desinteresse dos empresários nesse veículo de <strong>mídia</strong> é representado pela participação da <strong>internet</strong> no share publicitário. De apenas 3,95%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p><span style="color: #888888;">Com 13,18%, mídia exterior foi o segundo segmento na lista dos que mais cresceram, o que totalizou R$ 248 milhões e participação de 3,17%. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Os veículos de <strong>mídia</strong> exterior ficaram com a segunda colocação na lista dos que mais cresceram, com 13,18% de crescimento, resultando em um faturamento de R$ 248 milhões e participação de 3,17%. Em relação ao mesmo período, a TV por assinatura cresceu 6,39% e alcançou R$ 256 milhões, com fatia de 3,27% do bolo total.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O Cinema também atingiu uma melhora: cresceu 5,91% e faturou R$ 26,7 milhões e share de 0,34%. Rádio teve alta de 4,96%, com total de R$ 355 milhões de faturamento e share de 4,54%, enquanto a TV aberta cresceu 4,64% e atingiu 4,7 bilhões, com share de 60,11%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
Os Piores resultado ficaram mesmo para os veículos de <strong>mídia</strong> impressos. Além de jornais e revistas o segmento de Guias e listas teve uma queda da ordem de 15,32% e uma consequente queda no faturamento para R$ 139 milhões, com participação de apenas 1,77%.</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>Fonte: Projeto Inter-meios</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong><em>Marketing, vendas e outras Bobagens</em></strong></span></p>
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		<title>Fofocas de Consumo II</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 04:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último artigo, falei um pouco sobre o potencial de uma insatisfação. Como disse, sempre me deparei com o boca a boca como sendo a melhor propaganda para um produto, marca ou empresa. O problema sempre esteve no potencial dessa ferramenta quanto à sua escala de influência. Há algum tempo, uns 4 meses, decidi trocar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> <a href="http://www.jeanoliveira.com.br/fofoca2"><img class="alignleft size-full wp-image-181" title="fofoca" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/fofoca3.jpg" alt="fofoca" width="242" height="242" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> No último artigo, falei um pouco sobre o potencial de uma insatisfação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Como disse, sempre me deparei com o boca a boca como sendo a melhor <strong>propaganda</strong> para um produto, <strong>marca</strong> ou <strong>empresa</strong>. O problema sempre esteve no potencial dessa ferramenta quanto à sua escala de influência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Há algum tempo, uns 4 meses, decidi trocar de carro. Comecei a visitar várias lojas para analisar as opções (em momentos como esse, consigo entender a fascinação de minha esposa pelo shopping). Depois de reduzir minhas escolhas (na verdade as escolhas dela) há algumas poucas, fui para a internet pesquisar informações à respeito desses modelos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Descobri que um dos modelos consumia muito combustível, embora o motor fosse bem potente. Também achei algumas referências de falhas em um dos componentes do motor. Essa informação se repetia em vários fóruns de discussão sem que ninguém apresentasse opinião contrária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Resultado:  Modelo descartado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O modelo que mais me atraía também apresentava alguns comentários negativos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Assistência técnica: Muitas pessoas reclamavam dos altos valores da assistência técnica autorizada. Percebi que alguns proprietários colocavam a posição da montadora como “exploradora” de seus consumidores, com relação aos preços de peças de reposição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Um outro ponto muito criticado foi a garantia. Muitas ocorrências relatavam problemas quando os consumidores recorriam à garantia dos veículos zero Km.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Também descobri que o veículo apresentava graves problemas nos modelos com transmissão automática. Esse problema se agravava em concomitância com a garantia da montadora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Por outro lado descobri que o carro era maravilhoso. Não levando em conta a manutenção na rede autorizada e o tal câmbio automático, os usuários eram só elogios pra o modelo. Conforto, economia e custo benefício.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Resumindo, como eu queria um carro com câmbio manual e não se tratava de um zero km, sem problemas. Baseado nessa pesquisa, comprei o tal modelo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O que chama atenção é o que eu não vi: Todos esses resultados, essas informações e opiniões, pareciam feitas à revelia do maior interessado, no caso, a montadora, proprietária do veículo em “julgamento”. Em nenhum momento encontrei seu envolvimento nesse processo de formação de opinião à respeito de seu produto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Atualmente, 80% das pessoas utilizam a internet como fonte de referência antes de comprar um automóvel, ou seja, um <strong>mercado</strong> aquecido como o de automóveis tem a internet como um dos fatores na decisão de compra de 80% do público. Mas onde estão as maiores interessadas nisso, as montadoras?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Parece incrível, mas nas pesquisas realizadas para os termos CARRO, CARROS, AUTOMOVEL e AUTOMOVEIS, o mais perto que essas <strong>empresas </strong>se aproximam é, de uma única impressão, de uma das <strong>empresas</strong>, com um único anúncio em links patrocinados (resultado pago) para um dos termos citados (1º página de resultados).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O boca a boca acontece e influencia nas decisões de <strong>compra</strong>. Durante esse processo um consumidor me chamou a atenção. Ele era um dos que estavam com problemas no tal câmbio automático. Encontrei sua reclamação em diversos sites e fóruns. Virou um verdadeiro promotor de acusação. Apresentava um prejuízo de R$ 7.500,00 com seu veículo, cuja <strong>empresa</strong> se recusava a assumir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O ponto em questão não é simplesmente atender a solicitação de um consumidor, nem sei se ele tem razão em sua reclamação, mas sim, monitorar e trabalhar essas insatisfações de modo que não se tornem maiores que todo o trabalho de construção de <strong>marca</strong> realizado pela <strong>empresa</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Uma coisa é certa: Adorei o carro, mas nunca compraria um modelo automático. Não que eu não goste desse tipo de câmbio, mas passei a não confiar no câmbio automático dessa <strong>marca </strong>específica. Não confio porque outro consumidor, igual a mim, relatou problemas, e não achei ninguém que mostrasse o contrário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O poder de influência de um consumidor é algo surpreendente. <strong><em>As pessoas buscam aprovação em suas ações e normalmente, buscam descobrir o que é certo e errado, com base na opinião da coletividade. </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> A falta de controle sobre as <strong>mídias sociais</strong> é como um furo no “casco” da companhia. O departamento de <strong>marketing</strong> trabalha com afinco e muita verba, para construir uma <strong>marca</strong> e conceitos sólidos ao redor dela, mas do outro lado os próprios consumidores, em paralelo, constroem uma imagem dessa <strong>marca</strong>, muitas vezes dissonante dos objetivos da empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> As agências sabem que aliar aos automóveis, a imagem de pessoas com as quais nos identificamos, funciona. <strong>- <em>Elas nos vendem a idéia de que podemos comprar o que queremos ser -</em></strong>. Por outro lado a <strong>internet</strong></span> nos dá a possibilidade de consultar outros com os quais nos identificamos. Pessoas que vão além do sorriso frio dos comerciais de tv. Pessoas que falam e expressam suas satisfações e insatisfações espontaneamente, sem ganharem nada por isso. E isso gera Credibilidade em suas versões sobre os temas em questão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Outro ponto importante é identificar que um consumidor não reclama à toa. Muito pelo contrário. Ninguém gosta de apresentar problemas em suas escolhas.  A última coisa que queremos é dizer em público: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> “Eu sou uma anta. Fiz uma escolha errada”. Soa quase como orgulho, mas é isso mesmo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Quando um consumidor abre a boca à ponto de gritar pra todos, sobre os problemas decorrentes de sua escolha, as empresas deveriam no mínimo ouví-lo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O comércio social está instalado, não de agora, ele sempre existiu, a internet apenas potencializou seus efeitos. A escolha não está em acreditar ou não, não se trata de uma tendência mas de um comportamento existente desde adão e eva.<br />
</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O boca a boca funciona, e agora em grande escala. O que falta é alguém avisar as <strong>empresas</strong>.</span></p>
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		<title>Fofocas de Consumo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando estudamos a ciência do processo de vendas descobrimos que como a água que congela no freezer, tem uma explicação científica, extremamente complexa, assim também acontece nos processos de vendas. Essa análise e estudo expandem o processo de compra e venda em várias etapas, dentre elas, a fase das objeções, uma das mais delicadas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/fofoca"><img class="alignleft size-full wp-image-167" title="fofoca" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/fofoca.jpg" alt="fofoca" width="242" height="242" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quando estudamos a ciência do processo de <strong>vendas </strong>descobrimos que como a água que congela no freezer, tem uma explicação científica, extremamente complexa, assim também acontece nos processos de <strong>vendas</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Essa análise e estudo expandem o processo de compra e <strong>venda</strong> em várias etapas, dentre elas, a fase das objeções, uma das mais delicadas para os profissionais de <strong>vendas</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não é preciso ser um PHD em comportamento humano pra saber que em uma relação onde alguém quer, através de uma troca, obter o dinheiro de outra pessoa, haveriam objeções. Mas o fato é que isso é tema de estudos, apesar de todos praticarem isso intuitivamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Experimentei na pele, em doses cavalares, a utilização desses argumentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Trabalhei com <strong>venda</strong> de anúncios publicitários para listas telefônicas. Tudo colaborava. Trabalhávamos com a implementação do produto, ou seja, o produto ainda era desconhecido dos clientes. Tudo colaborava.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Tínhamos como principal concorrente o líder nacional do segmento, em sua 3º maior praça de atuação, em uma das regiões mais castigadas por “golpes” aplicados nesse segmento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O cliente comprava, começava a pagar para, só depois de alguns meses, verificar o resultado de seu investimento. O cenário era, no mínimo, “extremamente desanimador”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Entre tantos imprevistos e experiências que a <strong>venda</strong> direta proporciona, grande parte das coisas que mais me chamavam a atenção se concentravam nas objeções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Algumas delas (realmente, só algumas) eram reais. A grande maioria eram descaradamente, às vezes hilariamente, falsas. Como já era de se esperar, também existe um estudo que valida estatísticamente essa conclusão. Estudos mostram que 80% das objeções apresentadas pelos compradores em <strong>vendas</strong> diretas são falsas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ás vezes eu me divertia apenas em “pegar” o cliente em uma de suas fábulas criadas ao acaso para justificar a não <strong>compra</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Dentre todas, uma se destacava e essa era real:<br />
</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Sabe o quê é&#8230;.  o quê funciona mesmo é o boca-a-boca!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Então por quê você não fecha esse ponto comercial, que deve custar uma fortuna, e atende em casa? Afinal, o boca-a-boca vai lhe gerar demanda !  (Essa seria minha resposta intuitiva, porém, nesses casos, sempre utilizei a racional).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse era o argumento. Nunca discordei da eficiência dessa “propaganda” como sendo muito eficaz pelo simples fato de acontecer de maneira isenta, como uma recomendação com certo grau de credibilidade. O problema sempre foi como conseguir isso em escala, à ponto de focar os esforços de <strong>marketing</strong> nessa direção. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Como fazer com que meu cliente satisfeito tenha essa satisfação assistida e compartilhada com um maior número de pessoas, em volume suficiente a afetar de modo relevante meu volume de negócios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ao longo do tempo, empresas de todos os segmentos que, de alguma maneira tiveram seus departamentos de <strong>marketing</strong> minimamente estruturados, sempre valorizaram esses depoimentos, seja pela indicação direta ou como ferramenta usada em campanhas publicitárias, com a exposição do “cliente feliz”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Há mais de um século, Richard Sears já aplicava essa técnica através do incentivo aos próprios clientes em distribuírem seus catálogos à familiares e amigos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O poder do boca-a-boca é de conhecimento geral. O problema sempre esteve concentrado na escala e no controle dessas “fofocas” que geram consumo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">As grandes empresas “gastam” rios de dinheiro na forma de publicidade. Pagam para obter espaços em mídias de massa com o intuito de falarem bem de si mesmas. E o lado ruim? Quem trabalha isso? Ou será que alguém tem a pretensão de ser infalível? Ou pior, espera que essas falhas passem despercebidas pelos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">As Imperfeições humanizam as <strong>marcas</strong>. <span style="color: #808080;">Gravem isso.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse <strong>boca-a-boca</strong> negativo ou o “falar mal” de sua <strong>empresa</strong> deve ser monitorado por uma razão muito simples e perturbadora: É a melhor maneira de gerar Buzz para sua <strong>marca</strong>. Como?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Existe uma regra que diz o seguinte: Um <strong>consumidor</strong> satisfeito divulga essa satisfação para quatro pessoas. O insatisfeito, faz o mesmo para 17 pessoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine o caso de um <strong>consumidor</strong> que esteja na faixa extrema; está insatisfeito e, dentro de seu potencial de influência, espalhou sua insatisfação em certo raio de ação, à ponto de incomodar. Conhece a estória de fazer uma limonada do limão?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A primeira reação de um gerente de <strong>marketing</strong> poderia ser a de acender algumas velas e esperar que tudo acabe logo. Depois, buscar uma verba adicional para falar bem de seu produto no intuito de enterrar as más impressões deixadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Uma segunda possibilidade seria a de a empresa entrar em contato com o <strong>consumidor</strong> tentando resolver o problema, não para realmente resolver o problema, mas para “calar” a fonte de publicidade negativa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O problema maior para a empresa não se concentra na razão da insatisfação, mas em seu potencial de contaminação através da rede de relacionamentos desse <strong>consumidor.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Lembra da limonada? Vamos analisar a situação com visão técnica:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Temos diante de nós uma mídia ambulante. Ela consome, avalia e divulga. Seu poder de influência vai além de uma simples fofoca. Ela consegue, guardadas as devidas proporções, influenciar a percepção de minha <strong>marca</strong> no mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Será que esse <strong>consumidor</strong> é um chato? Tem prazer em destruir <strong>marcas</strong> e empresas? Não (ao menos não é a regra).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O motivo que levou o cliente a ficar insatisfeito foi apenas uma relação comercial insatisfatória, mas o real problema para empresa não está no objeto dessa ação, mas no transmissor, no caso, o cliente e seu perfil disseminador (na verdade todos são, variando apenas o poder de influência).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine se, enquanto espalha toda essa notícia negativa, esse <strong>consumidor </strong>fosse ouvido. De maneira pessoal, suas insatisfações fossem coletadas, analisadas e, se possível, resolvidas? Se ele fosse colocado em posição de importância pela empresa; O quê será que aconteceria? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Arrisco dizer que, na maior parte dos casos, ganhariam um admirador de sua <strong>marca</strong>, até alguns advogados de <strong>marca</strong>. Não pelo produto ou suas falhas, as falhas humanizam o produto, mas sim pela maneira como esse cliente foi tratado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Nenhum cliente espera nunca ter problemas, mas espera sim, ser atendido na solução desses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todo esse texto pode parecer utópico quando alinhado com o potencial desse consumidor como “mídia”. Dezessete pessoas realmente, em muitos casos, parecem insuficientes à ponto de estimular as empresas à uma mudança de comportamento no tratamento às insatisfações de seus clientes; Mas e se esse potencial fosse exponencialmente aumentado?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Se esse consumidor conseguisse influenciar, não 17 pessoas, mas 17 mil pessoas;  Seria interessante?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Vamos falar à respeito disso num próximo artigo.</span></p>
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		<title>Atitude é Tudo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo: &#8220;Melhor a cada dia&#8221;. Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons os seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.<br />
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo: &#8220;Melhor a cada dia&#8221;.<br />
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons os seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ele era um motivador nato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luís estava sempre dizendo como</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">ver o lado positivo da situação. Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como faz isso?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Ele me respondeu : &#8220;A cada manhã ao acordar, digo para a mim mesmo:<br />
Luís, você tem duas escolhas hoje: pode ficar de bom humor ou de mau humor. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Eu escolho. &#8220;ficar de bom humor&#8221;. Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho &#8220;aprender algo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Certo, mas não é fácil&#8221;- argumentei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">É fácil sim&#8221;, disse-me Luís. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir às situações.  Escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver sua vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Eu pensei sobre o que o Luís disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.<br />
Anos mais tarde, soube que Luís cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. Foi rendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo. Encontrei Luís mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, para variar me respondeu: &#8220;Melhor a cada dia&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Contou-me o que havia acontecido perguntando: “Quer ver minhas Cicatrizes?&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.&#8221;A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu.&#8221; Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: &#8211; poderia viver ou morrer. Escolhi &#8220;viver&#8221;.<br />
&#8220;Você não estava com medo? &#8220;Perguntei. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Os para-médicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom&#8221;.  Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- &#8220;Esse aí já era&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Decidi então que tinha que fazer algo. &#8220;O que fez?&#8221; Perguntei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: sim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei :</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Sou alérgico a balas!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Entre risadas lhes disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto.&#8221;<br />
Luís sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças a sua atitude.<br />
Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Afinal de contas,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;ATITUDE É TUDO&#8221;.</span></p>
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		<title>Dicionário do Marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 15:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, ontem, ao visitar a biblioteca da empresa, me deparei com um livro no mínimo muito engraçado: &#8220;Dicionário de Besteiras Corporativas, de Lois Beckwith&#8221;. Postarei aqui algumas das definições citadas: Marketing 1. Conjunto de iniciativas pertinentes à apresentação e ao posicionamento de um produto ou serviço, com o objetivo de torná-lo vendável aos consumidores. 2. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/dicionario"><img class="size-full wp-image-149 alignright" title="dicionario" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dicionario.gif" alt="dicionario" width="193" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Pessoal, ontem, ao visitar a biblioteca da empresa, me deparei com um livro no mínimo muito engraçado: &#8220;Dicionário de Besteiras Corporativas, de Lois Beckwith&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Postarei aqui algumas das definições citadas:<strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> Marketing</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 1. </strong>Conjunto de iniciativas pertinentes à apresentação e ao posicionamento de um produto ou serviço, com o objetivo de torná-lo vendável aos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 2. </strong>Os profissionais de <strong>marketing </strong>são os <strong>vendedores</strong> de poções milagrosas do mundo empresarial, muito mais do que os próprios profissionais de <strong>venda</strong>. Eles se refestelam com as esperanças, desejos e sonhos dos consumidores e se aproveitam da falsa idéia que as pessoas fazem de quem eles realmente são ou pretendem ser; <strong>Os marketeiros encorajam as pessoas a acreditarem que podem comprar o que desejam ser.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 3. </strong>É por causa dos profissionais de <strong>marketing</strong> que as pessoas pagam até 8 reais por uma latinha de bebida com altíssimo teor de cafeína, chamada de “energética”, usam camisetas estampadas com o  nome ou o logotipo de uma empresa (ou seja, tornam-se anúncios ambulantes, e de graça), e sentem-se seguras ao fazer suas compras/negócios/transações comerciais com uma determinada empresa “confiável”.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> Vendas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Departamento responsável pela geração de receita proveniente pela <strong>venda</strong></span> de produtos e serviços</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 1. </strong>Departamento onde trabalham as pessoas que, em última análise, pagam seu salário, as quais, portanto, visando seu próprio interesse, você deveria manter sempre felizes. Sem <strong>vendas</strong>, basicamente, você não teria o seu emprego.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 2. </strong>Tal como humoristas, que se apresentam ao vivo, os <strong>profissionais de vendas</strong> devem ter um alto nível de tolerância à rejeição; e diferentemente à todos os outros funcionários da empresa, aprender a prosperar em meio à toda rejeição que possam sofrer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 3. </strong>Por algum motivo inexplicável, os <strong>profissionais de venda</strong> possuem  estatura acima da média.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Me Deixem Comprar !</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 22:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meus Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos gostam de comprar. Uma opinião sobre as motivações e indisposições com a figura do vendedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/sapato"><img class="aligncenter size-medium wp-image-134" title="sapato" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sapato-300x227.gif" alt="sapato" width="300" height="227" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quem não gosta de <strong>comprar</strong>?  Sinceramente nunca conheci alguém que não gostasse, dessa prática tão capitalista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">E de <strong>vendedores</strong>, você gosta?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine a seguinte cena: Você foi convidado pra uma grande festa. Foi ao salão de beleza, <strong>comprou</strong> aquela roupa, toda especial para a ocasião e vai <strong>comprar</strong> o sapato. Dinheiro no bolso, loja escolhida, você entra na loja e&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O que acontece? (a essa altura você já respondeu)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Pois não, posso ajudar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Pode. Se jogando do mezanino!   Essa seria a resposta espontânea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Só estou dando uma “olhadinha”.  Entendi. Então você faz pesquisas sobre os lançamentos do mercado calçadista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Se precisar meu nome é&#8230;  Então, você dá aquele sorriso do tipo “Agora me deixe em paz” e vai passear pela loja, dono da situação, afinal, você vai exercer seu momento mágico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Um tempo depois, você dá o braço a torcer e o chama de volta e vai pra sua festa, de sapato novo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">É curioso analisar isso por outro ângulo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Você quer <strong>comprar</strong> um calçado: Quem conhece melhor a loja que o próprio <strong>vendedor</strong>? Ele conhece exatamente a localização de cada item, preços, marcas, modelos, então, porque raios as pessoas não gostam da figura do <strong>vendedor</strong>?   A razão é bem simples:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">As pessoas gostam de <strong>comprar</strong>.  Simples assim, mas querem <strong>COMPRAR</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O que ninguém quer é que lhe <strong>vendam</strong> nada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A ação de <strong>compra</strong> é muito mais que a aquisição de um produto. Não estou falando sobre as motivações de <strong>compra</strong>, as reais necessidades atendidas com a <strong>compra</strong>, além de tudo isso a <strong>compra</strong> é uma experiência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine a cena: Você é uma criança e está aguardando o dia de seu aniversário, quando irá até uma loja <strong>comprar</strong> o tão esperado brinquedo. Você quase não agüenta esperar o dia marcado. Até o banho é divertido, pelo que ele precede. O caminho até o shopping é uma festa. Nem mesmo os longos corredores do shopping incomodam. Você entra na loja, anda um pouco por alguns corredores, carrega algumas opções nas mãos, (embora o presente já fora pré-escolhido), e se pudesse nem entregava pra mocinha do caixa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Agora imagine uma outra situação:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Você já sabe qual é o brinquedo. Encomenda e recebe em casa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não estou dizendo que esse tipo de <strong>compra</strong> não funciona, não atende às necessidades. Não me refiro ao fato de <strong>comprar </strong>à distância, mas à eliminação do processo de <strong>compra</strong>, de toda a “paquera” que envolve uma <strong>compra</strong>. Esse momento, de escolha, de decisão e aquisição de um produto, muitas vezes é mais compensador que o próprio item comprado. Quantas vezes você já comprou algo com grande satisfação e prazer e, pouco tempo depois, no dia seguinte, no caminho pra casa, se arrependeu da <strong>compra</strong>?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Outro exemplo: Conhece alguém que tenha sapatos? Claro que sim. E alguém que tenha 72 pares?  &#8211; A Fernanda tem! (Fer, parabéns pelo bebê).  Será que a Fernanda utiliza todos eles?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O fato é que a <strong>compra</strong> satisfaz várias outras necessidades que não à da principal aplicação do produto. Aí está o problema na loja de calçados. Nada contra os <strong>vendedores</strong> de sapato (meu irmão fez isso por dez anos), mas sim pelo estigma que carregam. Ao invés de serem vistos como “facilitadores”, nesses casos de animosidade por parte do consumidor, são vistos como intermediários, empecilhos entre o desejo e a satisfação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse é o ponto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todos queremos <strong>comprar</strong>, ou a menos gostaríamos, mas nos deixem <strong>comprar</strong>, em todos os aspectos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não me <strong>venda</strong>, me oriente, me apresente, mas não queira roubar meu momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Agora, caso seja um bom consultor, faça o que faz de melhor: Faça-me acreditar que decidi a <strong>compra</strong> sozinho.</span></p>
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