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	<title>Marketing, Vendas     &#38; outras Bobagens &#187; motivacao</title>
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		<title>A Queda das Pirâmides</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qualquer pessoa que já tenha ao menos passado em frente a uma faculdade de marketing já ouviu falar da Pirâmide das Necessidades de Maslow. Abrahan Maslow foi um psicólogo americano que ficou conhecido pelo seu trabalho de maior destaque. Maslow compilou as necessidades humanas de forma hierarquizada, através da figura de uma pirâmide, iniciando pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/maslow.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/a-queda-das-piramides/"><img class="size-full wp-image-301" title="maslow" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/maslow1.jpg" alt="" width="222" height="282" /></a></p>
<p>Qualquer pessoa que já tenha ao menos passado em frente a uma faculdade de marketing já ouviu falar da <strong>Pirâmide das Necessidades de Maslow</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abrahan Maslow</strong> foi um psicólogo americano</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-298"></span></p>
<p style="text-align: justify;">que ficou conhecido pelo seu trabalho de maior destaque.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maslow</strong> compilou as necessidades humanas de forma hierarquizada, através da figura de uma pirâmide, iniciando pelas necessidades fisiológicas, inerentes à subsistência humana e terminando na realização pessoal, onde o indivíduo se realiza em si próprio. Mas não seria isso uma forma de racionalizar o comportamento humano?</p>
<p style="text-align: justify;">Se considerarmos que as necessidades variam em função do tempo e da sociedade esse sistema é colocado à prova ao passar do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda metade do século 20 foi marcada pelo avanço do capitalismo e pela pressão exercida pela sociedade à prática das compras, não mais como satisfação de necessidades básicas, mas agora como identificação social, sinônimo de status e identidade, com muito mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa pressão ocorreu e ainda ocorre de maneira tão intensa a ponto de ser desencadeadora de patologias como a <strong>Oniomania</strong> (tradução do latim “Febre das compras”) reconhecida pela Organização Mundial da Saúde. Tendo em vista todas essas mudanças como imaginar que o indivíduo em seu comportamento de consumo possa ser pautado por uma regra racional, e racionalizada há mais de 60 anos?</p>
<p style="text-align: justify;">O ser humano, como era em 1947, não é mais. Hoje mais do que nunca, a carência e necessidade de aprovação (e conseqüente relacionamento pessoal), antagonicamente em extinção em função do desenvolvimento das ferramentas de comunicação, incentivam cada vez mais que se conquiste tal crédito junto ao meio em que se vive através de bandeiras de identificação, definidas pelos conglomerados de mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais o indivíduo deixa de existir e a opinião do todo influencia seu comportamento e o que era supérfluo passa a ser básico.</p>
<p style="text-align: justify;">Maslow não estava errado, só não viveu tempo suficiente para atualizar e rever sua teoria.</p>
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		<title>Qual é a Sua Posição?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O consumo e suas tendências, concretizadas nas ações dos consumidores tem, ao longo de décadas, sofrido grandes variações em função dos avanços tecnológicos e das mudanças de comportamento e difusão de informações, por eles provocados. A mente de um consumidor é o ambiente onde as decisões acontecem, não em função de benefícios, preço ou características do produto, mas da imagem que essa marca ocupa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-293" href="http://www.jeanoliveira.com.br/qual-e-a-sua-posicao/posicionamento/"><img class="size-full wp-image-293 alignnone" title="posicionamento" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/12/posicionamento.PNG" alt="posicionamento" width="299" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O consumo e suas tendências, concretizadas nas ações dos consumidores tem, ao longo de décadas, sofrido grandes variações em função dos avanços tecnológicos e das mudanças de comportamento e difusão de informações, por eles provocados. A mente de um consumidor é o ambiente onde as decisões acontecem, não em função de benefícios, preço ou características do produto, mas da imagem que essa marca ocupa.</p>
<p style="text-align: center;">O grande desafio do marketing está em firmar e consolidar sua marca junto ao consumidor. A maneira mais racional seria investir milhões em publicidade. Sharp, Minolta, IBM e algumas outras, investiram alguns bilhões na tentativa de derrubar o posto da Xerox. No entanto quem tira cópias? Eu costumo tirar Xerox.</p>
<p style="text-align: center;">A Arisco foi vendida em 2003. Uma nova empresa foi fundada com parte do capital obtido com a negociação. A grande maioria do valor destinado para essa nova empresa foi investido em publicidade. Dormíamos e acordávamos ouvindo falar de Assolan. No entanto após alguns anos ainda compramos Bombril. As vendas da Assolan, que inicialmente demonstrava uma participação de mais de 15% em um curto espaço de tempo, em um mercado dominado há décadas pela Bombril, logo se estabilizou, e as estimativas de crescimento não se confirmaram.</p>
<p style="text-align: center;">O quê esses casos tem em comum?</p>
<p style="text-align: center;">Responda:</p>
<p style="text-align: center;">Qual a maior montanha do mundo?</p>
<p style="text-align: center;">E a segunda maior?</p>
<p style="text-align: center;">Provavelmente você não respondeu a segunda pergunta.</p>
<p style="text-align: center;">Quando falamos de montanha alta sabemos que o Everest é. E isso basta. Nossa mente não necessita do ranking completo.</p>
<p style="text-align: center;">O consumidor define suas preferências baseado em posições montadas em sua mente. Nossa mente é como uma prateleira com alguns lugares. Quando somos movidos a buscar informações internas a respeito de alguma necessidade a ser preenchida buscamos essa informação na prateleira e Bingo! Lá está aquele mesmo produto. Sempre. A vantagem de se chegar primeiro é insubstituível e tolice é tentar tomar essa posição.</p>
<p style="text-align: center;">O erro da Assolan assim como das concorrentes da Xerox foi o de querer entrar em uma briga por um posto que já tem sua posição conquistada na mente do consumidor.</p>
<p style="text-align: center;">Isso não quer dizer que não se pode enfrentar um líder de mercado. O que não se pode é querer enfrentar um posicionamento já sedimentado.</p>
<p style="text-align: center;">Um produto conquista um posicionamento não pela sua utilidade mas pelos seus atributos intangíveis e pelo vínculo criado entre essas duas coisas.</p>
<p style="text-align: center;">A Ferrari tem uma posição insubstituível na mente dos apaixonados por carros. Independente de qual seja o concorrente, a posição conquistada pela Ferrari é da Ferrari.</p>
<p style="text-align: center;">Esse espaço na prateleira de nossa mente já foi ocupado por ela e o erro é querer ocupar a mesma posição. Ainda assim existe espaço para muitas marcas de carros esportivos. Cada um deles com um posicionamento que pode, e na maioria dos casos é, variável de acordo com cada consumidor.</p>
<p style="text-align: center;">Qual sua posição junto ao seu consumidor?</p>
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		<title>Verdadeiras Necessidades</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem participei de um interessante debate que se iniciou sobre alguns “pudores” no marketing, como indução, manipulação de desejos, etc., e acabou nos desejos e necessidades dos consumidores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-284" href="http://www.jeanoliveira.com.br/verdadeiras-necessidades/piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow/"><img class="size-full wp-image-284  aligncenter" title="piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/11/piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow.jpg" alt="piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow" width="339" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem participei de um interessante debate que se iniciou sobre alguns “pudores” no marketing, como indução, manipulação de desejos, etc., e acabou nos desejos e necessidades dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoalmente gosto muito da teria de Maslow, e sua pirâmide hierarquizada de necessidades, onde presupõe-se que uma categoria de necessidades só se manifeste após a satisfação de outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que falamos de marketing e motivações de compra chegamos ao ponto das necessidades. Mas o que realmente são necessidades?<br />
Se imaginarmos realmente o que um indivíduo necessita pra sua vida nos limitaríamos a alguns metros quadrados pra dormir protegido das variações climáticas, certa quantidade de comida, algumas roupas, atendimento médico e medicamentos quando necessários, água, etc.
</p>
<p style="text-align: justify;">Longe de mim em alguns minutos contradizer a teoria de Maslow, amplamente discutida e utilizada como base teórica em todo o mundo, mas gosto de partir do princípio de “necessidades” citado por outras fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Freud disse que “&#8230;tudo em você e em mim emana de dois motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande”.</p>
<p style="text-align: justify;">William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas duas definições temos uma coisa em comum: Todos os desejos do ser humano estão baseados na necessidade de aprovação e apreciação por parte dos demais membros da sociedade em que vive.</p>
<p style="text-align: justify;">O capitalismo é baseado nisso, na permissão de que esses desejos sejam satisfeitos. Literalmente o céu é o limite, já que a satisfação dessa necessidade está diretamente relacionada ao ambiente em que o indivíduo vive. Os parâmetros são retirados da própria sociedade, que define o que é necessário para alcançar a tal “apreciação” dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">O marketing é sim manipulador de comportamentos, e não vejo nada de errado nisso (se bem que “gostar de dinheiro”, como diversas outras palavras e expressões, também não são vistos com bons olhos em nosso país). Procure pelo significado dessa palavra no dicionário.</p>
<p style="text-align: justify;">A ética, outro parâmetro bem relativo, é que vai definir como essa ferramenta será utilizada, mas o fato é que o ser humano, seja através de minha empresa ou a do concorrente, buscará atender a esses desejos, extremamente intrínsecos e primários, quer seja de maneira consciente ou inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas muitos dos produtos ou serviços que adquirimos não nos valem pela utilidade prática que terão, mas pelo quanto acrescentarão à nossa imagem junto à comunidade em que vivemos.</p>
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		<title>Starbucks &#8211; Um laboratório de Marketing</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 11:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, colaboração enviada por um grande amigo. * Por André Staffocker Eu diria que grande parte da população mundial já ouviu falar nessa rede de cafeterias tão famosa pelo mundo. Agora quem já ouviu falar em 15th. Coffee &#38; Tea?? Pois é, por incrível que pareça, hoje, as duas são comandadas pelo mesmo grupo. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-219" href="http://www.jeanoliveira.com.br/starbucks-um-laboratorio-de-marketing/15s/"><img class="aligncenter size-full wp-image-219" title="15S" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/15S.jpg" alt="15S" width="400" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pessoal, colaboração enviada por um grande amigo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">* Por André Staffocke</span><span style="color: #888888;">r</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Eu diria que grande parte da população mundial já ouviu falar nessa rede de cafeterias tão famosa pelo mundo. Agora quem já ouviu falar em </span><strong><em><span style="color: #888888;">15th. Coffee &amp; Tea??</span></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Pois é, por incrível que pareça, hoje, as duas são comandadas pelo mesmo grupo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A 15th. Coffee &amp; Tea foi criada a partir de um desafio que o fundador da Starbucks fez aos seus executivos com a seguinte pergunta:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #888888;">“Se vocês tivessem que competir com a Starbucks, que tipo de loja montariam?”. </span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O resultado apareceu como um novo conceito de cafeteria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A Starbucks tem seus diferenciais, como servir seu café em copos de papelão, vários misturadores de café com gelo em cima dos balcões, que fazem da rede Starbucks uma grande corporação atrelada à valores de lojinha de esquina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Em 24 de Julho surgiu a nova loja </span><strong><span style="color: #888888;">15th. Coffee &amp; Tea</span></strong><span style="color: #888888;">, em Seattle, cidade que foi o berço da Starbucks. Com um estilo totalmente peculiar, só se utilizam xícaras de louça, com os mais curiosos tipos de grãos de café, torrados e moídos na hora do pedido do cliente, além de disponibilizar um ambiente totalmente agradável e cultural, oferecendo apresentações de saraus literários e shows musicais ao vivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Na primeira visita feita pelo fundador da Starbucks à nova loja 15th. Coffee &amp; Tea, ele anunciou a abertura de mais duas filiais na mesma cidade diante de tal empolgação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Diante de uma crise global as dificuldades aparecem e provocam incertezas e uma serie de desafios a serem superados pelas grandes marcas. Por outro lado, diante dessa mesma crise, existe um mar de oportunidades que estão disponíveis para quem estiver preparado para identificá-las, assim como o caso da 15th. Coffee &amp; Tea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Com a nova marca, a rede de lojas Starbucks realiza um movimento chamado de </span><em><span style="color: #888888;">trading-up</span></em><span style="color: #888888;">, ou seja, subir na escala de sofisticação e preço como forma de transferência de valor aos produtos mais baratos, assim como fez a gigante Toyota quando lançou o Lexus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Mesmo com toda essa iniciativa maravilhosa e revolucionária no conceito de cafeteria, feita pela Starbucks, ela também pode ter alguns problemas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O conceito de cafeteria requintada e cultural com ar artesanal não se aplica ao estilo de loja que o público da Starbucks está acostumado a freqüentar. Outro detalhe fundamental é que esse conceito não poderá ser aplicado em grande escala, tendo em vista que Starbucks não está perdendo seus clientes para pequenas cafeterias, mas para os grandes Fast Foods.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ainda assim isso pode servir de laboratório para o Sr. Howard Schultz aplicarem suas idéias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce, Novamente.</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 00:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na comparação dos cinco primeiros meses de 2009 com o ano anterior, a internet apresenta um crescimento de 23,85% no faturamento de mídia. A mídia impressa foi que mais perdeu espaço: Jornais -16% e Revistas -9,48%. O Faturamento total de mídia gerado por veiculação publicitária teve um aumento de 1,72%, atingindo R$ 7,824 bilhões. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/teclado-internet"><img class="size-full wp-image-187 aligncenter" title="teclado" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/teclado.jpg" alt="teclado" width="360" height="216" /> </a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Na comparação dos cinco primeiros meses de 2009 com o ano anterior, a <strong>internet</strong> apresenta um crescimento de 23,85% no faturamento de <strong>mídia</strong>. A <strong>mídia</strong> impressa foi que mais perdeu espaço:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Jornais  -16% e Revistas  -9,48%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O Faturamento total de <strong>mídia</strong> gerado por veiculação publicitária teve um aumento de 1,72%, atingindo R$ 7,824 bilhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A<strong> internet</strong> repete o sucesso dos anos anteriores e se mantém como a <strong>mídia </strong>que mais cresce. O faturamento da <strong>internet </strong>atingiu R$ 309 milhões apenas nos cinco primeiros meses desse ano. Apesar do bom resultado o desconhecimento ou mesmo desinteresse dos empresários nesse veículo de <strong>mídia</strong> é representado pela participação da <strong>internet</strong> no share publicitário. De apenas 3,95%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p><span style="color: #888888;">Com 13,18%, mídia exterior foi o segundo segmento na lista dos que mais cresceram, o que totalizou R$ 248 milhões e participação de 3,17%. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Os veículos de <strong>mídia</strong> exterior ficaram com a segunda colocação na lista dos que mais cresceram, com 13,18% de crescimento, resultando em um faturamento de R$ 248 milhões e participação de 3,17%. Em relação ao mesmo período, a TV por assinatura cresceu 6,39% e alcançou R$ 256 milhões, com fatia de 3,27% do bolo total.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O Cinema também atingiu uma melhora: cresceu 5,91% e faturou R$ 26,7 milhões e share de 0,34%. Rádio teve alta de 4,96%, com total de R$ 355 milhões de faturamento e share de 4,54%, enquanto a TV aberta cresceu 4,64% e atingiu 4,7 bilhões, com share de 60,11%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
Os Piores resultado ficaram mesmo para os veículos de <strong>mídia</strong> impressos. Além de jornais e revistas o segmento de Guias e listas teve uma queda da ordem de 15,32% e uma consequente queda no faturamento para R$ 139 milhões, com participação de apenas 1,77%.</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>Fonte: Projeto Inter-meios</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong><em>Marketing, vendas e outras Bobagens</em></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fofocas de Consumo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando estudamos a ciência do processo de vendas descobrimos que como a água que congela no freezer, tem uma explicação científica, extremamente complexa, assim também acontece nos processos de vendas. Essa análise e estudo expandem o processo de compra e venda em várias etapas, dentre elas, a fase das objeções, uma das mais delicadas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/fofoca"><img class="alignleft size-full wp-image-167" title="fofoca" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/fofoca.jpg" alt="fofoca" width="242" height="242" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quando estudamos a ciência do processo de <strong>vendas </strong>descobrimos que como a água que congela no freezer, tem uma explicação científica, extremamente complexa, assim também acontece nos processos de <strong>vendas</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Essa análise e estudo expandem o processo de compra e <strong>venda</strong> em várias etapas, dentre elas, a fase das objeções, uma das mais delicadas para os profissionais de <strong>vendas</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não é preciso ser um PHD em comportamento humano pra saber que em uma relação onde alguém quer, através de uma troca, obter o dinheiro de outra pessoa, haveriam objeções. Mas o fato é que isso é tema de estudos, apesar de todos praticarem isso intuitivamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Experimentei na pele, em doses cavalares, a utilização desses argumentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Trabalhei com <strong>venda</strong> de anúncios publicitários para listas telefônicas. Tudo colaborava. Trabalhávamos com a implementação do produto, ou seja, o produto ainda era desconhecido dos clientes. Tudo colaborava.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Tínhamos como principal concorrente o líder nacional do segmento, em sua 3º maior praça de atuação, em uma das regiões mais castigadas por “golpes” aplicados nesse segmento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O cliente comprava, começava a pagar para, só depois de alguns meses, verificar o resultado de seu investimento. O cenário era, no mínimo, “extremamente desanimador”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Entre tantos imprevistos e experiências que a <strong>venda</strong> direta proporciona, grande parte das coisas que mais me chamavam a atenção se concentravam nas objeções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Algumas delas (realmente, só algumas) eram reais. A grande maioria eram descaradamente, às vezes hilariamente, falsas. Como já era de se esperar, também existe um estudo que valida estatísticamente essa conclusão. Estudos mostram que 80% das objeções apresentadas pelos compradores em <strong>vendas</strong> diretas são falsas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ás vezes eu me divertia apenas em “pegar” o cliente em uma de suas fábulas criadas ao acaso para justificar a não <strong>compra</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Dentre todas, uma se destacava e essa era real:<br />
</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Sabe o quê é&#8230;.  o quê funciona mesmo é o boca-a-boca!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Então por quê você não fecha esse ponto comercial, que deve custar uma fortuna, e atende em casa? Afinal, o boca-a-boca vai lhe gerar demanda !  (Essa seria minha resposta intuitiva, porém, nesses casos, sempre utilizei a racional).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse era o argumento. Nunca discordei da eficiência dessa “propaganda” como sendo muito eficaz pelo simples fato de acontecer de maneira isenta, como uma recomendação com certo grau de credibilidade. O problema sempre foi como conseguir isso em escala, à ponto de focar os esforços de <strong>marketing</strong> nessa direção. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Como fazer com que meu cliente satisfeito tenha essa satisfação assistida e compartilhada com um maior número de pessoas, em volume suficiente a afetar de modo relevante meu volume de negócios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ao longo do tempo, empresas de todos os segmentos que, de alguma maneira tiveram seus departamentos de <strong>marketing</strong> minimamente estruturados, sempre valorizaram esses depoimentos, seja pela indicação direta ou como ferramenta usada em campanhas publicitárias, com a exposição do “cliente feliz”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Há mais de um século, Richard Sears já aplicava essa técnica através do incentivo aos próprios clientes em distribuírem seus catálogos à familiares e amigos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O poder do boca-a-boca é de conhecimento geral. O problema sempre esteve concentrado na escala e no controle dessas “fofocas” que geram consumo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">As grandes empresas “gastam” rios de dinheiro na forma de publicidade. Pagam para obter espaços em mídias de massa com o intuito de falarem bem de si mesmas. E o lado ruim? Quem trabalha isso? Ou será que alguém tem a pretensão de ser infalível? Ou pior, espera que essas falhas passem despercebidas pelos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">As Imperfeições humanizam as <strong>marcas</strong>. <span style="color: #808080;">Gravem isso.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse <strong>boca-a-boca</strong> negativo ou o “falar mal” de sua <strong>empresa</strong> deve ser monitorado por uma razão muito simples e perturbadora: É a melhor maneira de gerar Buzz para sua <strong>marca</strong>. Como?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Existe uma regra que diz o seguinte: Um <strong>consumidor</strong> satisfeito divulga essa satisfação para quatro pessoas. O insatisfeito, faz o mesmo para 17 pessoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine o caso de um <strong>consumidor</strong> que esteja na faixa extrema; está insatisfeito e, dentro de seu potencial de influência, espalhou sua insatisfação em certo raio de ação, à ponto de incomodar. Conhece a estória de fazer uma limonada do limão?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A primeira reação de um gerente de <strong>marketing</strong> poderia ser a de acender algumas velas e esperar que tudo acabe logo. Depois, buscar uma verba adicional para falar bem de seu produto no intuito de enterrar as más impressões deixadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Uma segunda possibilidade seria a de a empresa entrar em contato com o <strong>consumidor</strong> tentando resolver o problema, não para realmente resolver o problema, mas para “calar” a fonte de publicidade negativa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O problema maior para a empresa não se concentra na razão da insatisfação, mas em seu potencial de contaminação através da rede de relacionamentos desse <strong>consumidor.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Lembra da limonada? Vamos analisar a situação com visão técnica:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Temos diante de nós uma mídia ambulante. Ela consome, avalia e divulga. Seu poder de influência vai além de uma simples fofoca. Ela consegue, guardadas as devidas proporções, influenciar a percepção de minha <strong>marca</strong> no mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Será que esse <strong>consumidor</strong> é um chato? Tem prazer em destruir <strong>marcas</strong> e empresas? Não (ao menos não é a regra).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O motivo que levou o cliente a ficar insatisfeito foi apenas uma relação comercial insatisfatória, mas o real problema para empresa não está no objeto dessa ação, mas no transmissor, no caso, o cliente e seu perfil disseminador (na verdade todos são, variando apenas o poder de influência).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine se, enquanto espalha toda essa notícia negativa, esse <strong>consumidor </strong>fosse ouvido. De maneira pessoal, suas insatisfações fossem coletadas, analisadas e, se possível, resolvidas? Se ele fosse colocado em posição de importância pela empresa; O quê será que aconteceria? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Arrisco dizer que, na maior parte dos casos, ganhariam um admirador de sua <strong>marca</strong>, até alguns advogados de <strong>marca</strong>. Não pelo produto ou suas falhas, as falhas humanizam o produto, mas sim pela maneira como esse cliente foi tratado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Nenhum cliente espera nunca ter problemas, mas espera sim, ser atendido na solução desses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todo esse texto pode parecer utópico quando alinhado com o potencial desse consumidor como “mídia”. Dezessete pessoas realmente, em muitos casos, parecem insuficientes à ponto de estimular as empresas à uma mudança de comportamento no tratamento às insatisfações de seus clientes; Mas e se esse potencial fosse exponencialmente aumentado?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Se esse consumidor conseguisse influenciar, não 17 pessoas, mas 17 mil pessoas;  Seria interessante?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Vamos falar à respeito disso num próximo artigo.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atitude é Tudo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo: &#8220;Melhor a cada dia&#8221;. Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons os seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.<br />
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo: &#8220;Melhor a cada dia&#8221;.<br />
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons os seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ele era um motivador nato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luís estava sempre dizendo como</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">ver o lado positivo da situação. Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como faz isso?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Ele me respondeu : &#8220;A cada manhã ao acordar, digo para a mim mesmo:<br />
Luís, você tem duas escolhas hoje: pode ficar de bom humor ou de mau humor. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Eu escolho. &#8220;ficar de bom humor&#8221;. Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho &#8220;aprender algo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Certo, mas não é fácil&#8221;- argumentei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">É fácil sim&#8221;, disse-me Luís. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir às situações.  Escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver sua vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Eu pensei sobre o que o Luís disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.<br />
Anos mais tarde, soube que Luís cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. Foi rendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo. Encontrei Luís mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, para variar me respondeu: &#8220;Melhor a cada dia&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Contou-me o que havia acontecido perguntando: “Quer ver minhas Cicatrizes?&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.&#8221;A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu.&#8221; Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: &#8211; poderia viver ou morrer. Escolhi &#8220;viver&#8221;.<br />
&#8220;Você não estava com medo? &#8220;Perguntei. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Os para-médicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom&#8221;.  Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- &#8220;Esse aí já era&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Decidi então que tinha que fazer algo. &#8220;O que fez?&#8221; Perguntei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: sim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei :</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Sou alérgico a balas!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Entre risadas lhes disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto.&#8221;<br />
Luís sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças a sua atitude.<br />
Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente. </span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Afinal de contas,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">&#8220;ATITUDE É TUDO&#8221;.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dicionário do Marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 15:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, ontem, ao visitar a biblioteca da empresa, me deparei com um livro no mínimo muito engraçado: &#8220;Dicionário de Besteiras Corporativas, de Lois Beckwith&#8221;. Postarei aqui algumas das definições citadas: Marketing 1. Conjunto de iniciativas pertinentes à apresentação e ao posicionamento de um produto ou serviço, com o objetivo de torná-lo vendável aos consumidores. 2. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/dicionario"><img class="size-full wp-image-149 alignright" title="dicionario" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dicionario.gif" alt="dicionario" width="193" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Pessoal, ontem, ao visitar a biblioteca da empresa, me deparei com um livro no mínimo muito engraçado: &#8220;Dicionário de Besteiras Corporativas, de Lois Beckwith&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Postarei aqui algumas das definições citadas:<strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> Marketing</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 1. </strong>Conjunto de iniciativas pertinentes à apresentação e ao posicionamento de um produto ou serviço, com o objetivo de torná-lo vendável aos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 2. </strong>Os profissionais de <strong>marketing </strong>são os <strong>vendedores</strong> de poções milagrosas do mundo empresarial, muito mais do que os próprios profissionais de <strong>venda</strong>. Eles se refestelam com as esperanças, desejos e sonhos dos consumidores e se aproveitam da falsa idéia que as pessoas fazem de quem eles realmente são ou pretendem ser; <strong>Os marketeiros encorajam as pessoas a acreditarem que podem comprar o que desejam ser.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 3. </strong>É por causa dos profissionais de <strong>marketing</strong> que as pessoas pagam até 8 reais por uma latinha de bebida com altíssimo teor de cafeína, chamada de “energética”, usam camisetas estampadas com o  nome ou o logotipo de uma empresa (ou seja, tornam-se anúncios ambulantes, e de graça), e sentem-se seguras ao fazer suas compras/negócios/transações comerciais com uma determinada empresa “confiável”.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> Vendas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Departamento responsável pela geração de receita proveniente pela <strong>venda</strong></span> de produtos e serviços</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 1. </strong>Departamento onde trabalham as pessoas que, em última análise, pagam seu salário, as quais, portanto, visando seu próprio interesse, você deveria manter sempre felizes. Sem <strong>vendas</strong>, basicamente, você não teria o seu emprego.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 2. </strong>Tal como humoristas, que se apresentam ao vivo, os <strong>profissionais de vendas</strong> devem ter um alto nível de tolerância à rejeição; e diferentemente à todos os outros funcionários da empresa, aprender a prosperar em meio à toda rejeição que possam sofrer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 3. </strong>Por algum motivo inexplicável, os <strong>profissionais de venda</strong> possuem  estatura acima da média.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Me Deixem Comprar !</title>
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		<comments>http://www.jeanoliveira.com.br/me-deixem-comprar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 22:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos gostam de comprar. Uma opinião sobre as motivações e indisposições com a figura do vendedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/sapato"><img class="aligncenter size-medium wp-image-134" title="sapato" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sapato-300x227.gif" alt="sapato" width="300" height="227" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quem não gosta de <strong>comprar</strong>?  Sinceramente nunca conheci alguém que não gostasse, dessa prática tão capitalista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">E de <strong>vendedores</strong>, você gosta?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine a seguinte cena: Você foi convidado pra uma grande festa. Foi ao salão de beleza, <strong>comprou</strong> aquela roupa, toda especial para a ocasião e vai <strong>comprar</strong> o sapato. Dinheiro no bolso, loja escolhida, você entra na loja e&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O que acontece? (a essa altura você já respondeu)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Pois não, posso ajudar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Pode. Se jogando do mezanino!   Essa seria a resposta espontânea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Só estou dando uma “olhadinha”.  Entendi. Então você faz pesquisas sobre os lançamentos do mercado calçadista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Se precisar meu nome é&#8230;  Então, você dá aquele sorriso do tipo “Agora me deixe em paz” e vai passear pela loja, dono da situação, afinal, você vai exercer seu momento mágico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Um tempo depois, você dá o braço a torcer e o chama de volta e vai pra sua festa, de sapato novo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">É curioso analisar isso por outro ângulo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Você quer <strong>comprar</strong> um calçado: Quem conhece melhor a loja que o próprio <strong>vendedor</strong>? Ele conhece exatamente a localização de cada item, preços, marcas, modelos, então, porque raios as pessoas não gostam da figura do <strong>vendedor</strong>?   A razão é bem simples:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">As pessoas gostam de <strong>comprar</strong>.  Simples assim, mas querem <strong>COMPRAR</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O que ninguém quer é que lhe <strong>vendam</strong> nada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A ação de <strong>compra</strong> é muito mais que a aquisição de um produto. Não estou falando sobre as motivações de <strong>compra</strong>, as reais necessidades atendidas com a <strong>compra</strong>, além de tudo isso a <strong>compra</strong> é uma experiência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine a cena: Você é uma criança e está aguardando o dia de seu aniversário, quando irá até uma loja <strong>comprar</strong> o tão esperado brinquedo. Você quase não agüenta esperar o dia marcado. Até o banho é divertido, pelo que ele precede. O caminho até o shopping é uma festa. Nem mesmo os longos corredores do shopping incomodam. Você entra na loja, anda um pouco por alguns corredores, carrega algumas opções nas mãos, (embora o presente já fora pré-escolhido), e se pudesse nem entregava pra mocinha do caixa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Agora imagine uma outra situação:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Você já sabe qual é o brinquedo. Encomenda e recebe em casa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não estou dizendo que esse tipo de <strong>compra</strong> não funciona, não atende às necessidades. Não me refiro ao fato de <strong>comprar </strong>à distância, mas à eliminação do processo de <strong>compra</strong>, de toda a “paquera” que envolve uma <strong>compra</strong>. Esse momento, de escolha, de decisão e aquisição de um produto, muitas vezes é mais compensador que o próprio item comprado. Quantas vezes você já comprou algo com grande satisfação e prazer e, pouco tempo depois, no dia seguinte, no caminho pra casa, se arrependeu da <strong>compra</strong>?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Outro exemplo: Conhece alguém que tenha sapatos? Claro que sim. E alguém que tenha 72 pares?  &#8211; A Fernanda tem! (Fer, parabéns pelo bebê).  Será que a Fernanda utiliza todos eles?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O fato é que a <strong>compra</strong> satisfaz várias outras necessidades que não à da principal aplicação do produto. Aí está o problema na loja de calçados. Nada contra os <strong>vendedores</strong> de sapato (meu irmão fez isso por dez anos), mas sim pelo estigma que carregam. Ao invés de serem vistos como “facilitadores”, nesses casos de animosidade por parte do consumidor, são vistos como intermediários, empecilhos entre o desejo e a satisfação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse é o ponto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todos queremos <strong>comprar</strong>, ou a menos gostaríamos, mas nos deixem <strong>comprar</strong>, em todos os aspectos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não me <strong>venda</strong>, me oriente, me apresente, mas não queira roubar meu momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Agora, caso seja um bom consultor, faça o que faz de melhor: Faça-me acreditar que decidi a <strong>compra</strong> sozinho.</span></p>
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