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	<title>Marketing, Vendas     &#38; outras Bobagens &#187; e-commerce</title>
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		<title>Mais Uma do Google</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muita gente já ouviu falar do Google Wave, a nova ferramenta do Google. Muita gente sabe muito pouco, é verdade, mas o buzz foi feito. Quem não se lembra dos primórdios do Orkut? Alguns poucos tinham acesso e só podia fazer parte da rede quem fosse convidado por outro participante. Ali o Google dava o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-268" href="http://www.jeanoliveira.com.br/mais-uma-do-google/google_wave1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-268" title="google_wave1" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/11/google_wave1.gif" alt="google_wave1" width="450" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente já ouviu falar do Google Wave, a nova ferramenta do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente sabe muito pouco, é verdade, mas o buzz foi feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não se lembra dos primórdios do Orkut? Alguns poucos tinham acesso e só podia fazer parte da rede quem fosse convidado por outro participante. Ali o Google dava o passo necessário pra gerar escassez suficiente para tornar o Orkut, a rede social mais utilizada no país (ao menos por enquanto).</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos em outro momento da web. Hoje os relacionamentos e trocas de informação acontecem de maneira muito mais intensa. A estratégia utilizada naquela oportunidade teria sim algum efeito, não o mesmo. Então o Google foi além:<br />
Um novo sistema necessita de testes. É difícil lançar uma plataforma com certo nível de complexidade, que visa atender usuários de todas as partes do mundo, sem falhas. A Microsoft mostrou isso várias vezes. O que fazer? O Google tem a resposta!
</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei exatamente se esse foi o único método utilizado e caso alguém conheça um pouco mais sobre esse processo, ficaria feliz em receber tal informação. Mas vamos lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Periodicamente o Google realiza treinamentos e palestras, voltados a desenvolvedores. Em um desses encontros, realizado em São Paulo, os participantes receberam uma “Chave”, com alguns convites, para serem os primeiros a utilizarem essa plataforma de integração. Imagino que isso tenha acontecido em diversas partes do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultado: Na primeira semana de uso haviam convites sendo vendidos no Ebay, tamanha a escassez e desejo gerados pelo produto. Imaginem quando isso for liberado pra nós, simples mortais! Sabe aquela cena em Nova York, quando a Sony lançou o PS3? Aquela fila de pessoas esperando as lojas abrirem. Imagino isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto tão ou mais importante que a estratégia de marketing: Os usuários atuais se tornaram “testers”, ou seja, acham falhas, apontam bugs, sugestionam melhorias e as falhas encontradas não pesam contra a imagem do produto, afinal, eles foram escolhidos, privilegiados em testarem o sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez o Google dá uma aula de marketing e mostra que realmente entende essa geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma última observação, pra algum desavisado: O Google Wave é gratuito.</p>
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		<title>A Promoção de Vendas na Internet</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 17:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como grande parte das ferramentas de marketing, a promoção de vendas ainda não está “madura”, na internet. Com raras exceções. O que vemos são tentativas de se promover um produto ou marca sem a devida consistência com o cenário social, concorrência, demanda e divulgação. Segundo definição de Alcino Ricoy Júnior, “A promoção de vendas diferencia-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-230" href="http://www.jeanoliveira.com.br/a-promocao-de-vendas-na-internet/barcelona/"><img class="aligncenter size-full wp-image-230" title="barcelona" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/barcelona.jpg" alt="barcelona" width="378" height="231" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como grande parte das ferramentas de <strong>marketing</strong>, a <strong>promoção de vendas</strong> ainda não está “madura”, na <strong>internet</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com raras exceções. O que vemos são tentativas de se promover um produto ou marca sem a devida consistência com o cenário social, concorrência, demanda e divulgação.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo definição de <strong>Alcino <em>Ricoy Júnior</em>,</strong> <em>“<strong>A promoção de vendas</strong> diferencia-se das vendas pessoais e, portanto, do vendedor, por se tratar de uma técnica para favorecer as vendas em massa e que objetiva o preparo sistemático para a venda em grande escala, a qual será decorrente de um planejamento de suas ações com as vendas, em estreita ligação com o campo da comunicação”</em>, ou seja a <strong>promoção</strong> não pode ser considerada como com um fim em si mesmo, dependendo da interligação e consideração de fatores internos, de ordem administrativa, além dos fatores externos, já mencionados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Kotler, a <strong>promoção de vendas</strong> tem como “qualidade fundamental” a geração de um elemento de persuasão muito importante nas decisões de compra: <strong>A escassez</strong>, sobre o qual discorreremos em ocasião oportuna.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais que o interesse no produto, a sensação de oportunidade única, gerada pela escassez, move o consumidor a agir, para não ter cerceado seu direito de escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esse ítem persuasivo acaba por atrair, em grande parte, consumidores motivados pela economia gerada, porém é necessário considerarmos a baixa lealdade, característica desse perfil de consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas são essenciais para o sucesso de uma campanha. Várias ferramentas estão disponíveis para coleta de dados, mensuração e estimativas, de maneira nunca imaginada antes do advento da <strong>internet</strong>, mas a grande dificuldade ainda se concentra na falta de conhecimento e de capacitação de profissionais para utilização desses dados que, sem análise, valem tanto quanto pensamento positivo para aumentar as vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda com relação aos fatores externos, é necessário se atentar para o ambiente. No ambiente on-line o tempo passa de maneira diferente. Num mundo feito de cliques, o mesmo tempo que gera vantagem competitiva sobre os meios tradicionais também será figura de acusação para ações fora do contexto social, que se altera muito rapidamente. O usuário recebe informação de maneira rápida e espera que você esteja preparado para responder na mesma velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um exemplo de ação bem planejada foi realizado pela <strong>NetShoes</strong>, líder em venda de material esportivo pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">No último dia 27 de maio, <strong><em>Barcelona</em></strong> e <strong><em>Manchester United</em></strong> disputavam a final da “<strong>Champions League”</strong>, torneio de maior importância para o futebol europeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas algumas horas depois, ao acessar o site da Netshoes o visitante era recebido com o que podemos chamar de “uma festa” ao então campeão Barcelona, promovendo toda a linha de produtos relacionadas à ele.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante atentar-nos para todos os fatores envolvidos na promoção:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Cenário Social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quantos brasileiros torcem pro Barcelona? Imagino que em número infinitamente inferior ao número de brasileiros que torcem pra seleção brasileira. Até meu Guarani tem mais torcedores que o Barcelona (aqui no Brasil). Então porque não promover os ítens da seleção Brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A internet tem o poder de realizar desejos de maneira imediata. No caso, quantas pessoas, logo após o jogo, seriam bombardeadas com a informação do título do Barcelona, despertando desejo de consumo <strong>da imagem</strong> de “Campeão”?</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é analisar o cenário, e não cair na armadilha da utopia de marketing, presente em algumas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Divulgação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A NetShoes é um case do Google e utiliza muito bem o poder desse gigante, gerador de tráfego. Nesse ponto a empresa não tinha grandes problemas. O fato é que na maioria dos casos as empresas, principalmente as pequenas e médias, subestimam a necessidade de ações planejadas de modo a garantir o tráfego ao site ficando apenas com o ônus da <strong>promoção</strong>, concentrada no custo de planejamento e execução, mas com pouca visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Tempo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O jogo se encerrou em torno das 17hs. Você imagina que a empresa iniciou a campanha após o final da partida?</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que não.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Imagino a cena: A campanha planejada alguns dias antes. As duas peças promocionais prontas, para os dois times, até então ninguém sabia o resultado da partida. O departamento de execução com os olhos fitos na tela. Ao apito final do árbitro a equipe entra em  ação. Pronto. Temos uma ação de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas só receberam a notícia da vitória do Barcelona nos telejornais noturnos, mas à essa hora, a NetShoes já devia ter vendido algumas dezenas de camisas do time campeão.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum dos conceitos é novo e nenhum deles dispensável para uma ação promocional, seja ela na web ou no modelo tradicional. O consumidor é o mesmo, com os mesmos desejos. Apenas com sob novas bandeiras e principalmente formas de comunicação, mas ainda ansioso pela satisfação de seus desejos.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe às empresas estudarem esse consumidor no ambiente online e se adequarem. Afinal, o ambiente é dele.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>SEO: Mais Uma Bolha?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 00:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Provavelmente todos já ouviram falar da tal “Bolha da internet”, quando no início da década, o mercado “caiu em si” quanto à supervalorização dada ao segmento web, ainda imaturo e com as melhores possibilidades de negócio ainda não tão claras. Não que a aposta quanto ao futuro da internet estivesse errada, mas o fato é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> <a rel="attachment wp-att-202" href="http://www.jeanoliveira.com.br/seo-mais-uma-bolha/nerd-computador/"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="Nerd-computador" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Nerd-computador.jpg" alt="Nerd-computador" width="379" height="243" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Provavelmente todos já ouviram falar da tal <strong>“Bolha da internet”,</strong> quando no início da década, o mercado “caiu em si” quanto à supervalorização dada ao segmento <strong>web</strong>, ainda imaturo e com as melhores possibilidades de negócio ainda não tão claras. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não que a aposta quanto ao futuro da internet estivesse errada, mas o fato é que as coisas não são tão simples. Os estudos e boas práticas de marketing continuam válidos para o trabalho de marcas via web, embora muita gente tenha subestimado a necessidade desse planejamento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Muitas empresas contribuíram para a cultura do <strong>“Web-Sobrinho”</strong>, aquele garoto que sabia de informática, e à ele era entregue a responsabilidade de toda a estratégia de comunicação de sua empresa na <strong>internet</strong>, baseado na grande nuvem de desinformação disponível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Atualmente um novo fenômeno acontece. Trata-se do trabalho de <strong>SEO</strong>, do inglês <strong><em>Search Engine Optimization</em></strong>, ou <strong><em>Otimização para os Mecanismos de Busca</em></strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Após muito investimento nos <strong>Links Patrocinados</strong> e com o retorno obtido nos mesmos as empresas tem chegado à uma conclusão óbvia: que o posicionamento na <strong>busca natural</strong> é um negócio da China, tendo em vista a visibilidade constante para todas as buscas para a <strong>palavra chave</strong>, com custo fixo, independente da quantidade de cliques. O problema é: Como consigo isso?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Empresas se amontoam nos <strong>buscadores</strong> oferecendo esse tipo de serviço e o mais engraçado é analisar esses concorrentes que, quase em sua totalidade, não tem seus próprios <strong>sites otimizados</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Outro ponto à ser considerado é a subjetividade, característica nessa prestação de serviço. Teoricamente os critérios de posicionamento dos <strong>buscadores</strong> são desconhecidos, ou seja, os <strong>buscadores</strong> não divulgam esses critérios de <strong>otimização</strong> em sua totalidade, fato esse que produz grandes distorções no conceito e empresas otimizando de acordo com seus próprios conceitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O <strong>Google</strong>, por exemplo, de acordo com o ângulo em que se analisa, utiliza mais de 1500 critérios em seu algorítimo para o rankeamento de uma página (quando minuciosamente detalhados esses critérios).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> O fato de uma empresa ter conhecimento de 10 ou 20 deles, permitiria à ela dizer que “otimiza” um site?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Essa é a bolha da vez. Não da idéia em si. <strong>SEO É UM ÓTIMO NEGÓCIO, </strong>mas corre o risco de, mais uma vez, uma idéia e tendência ser corrompida e questionada em função da falta de conhecimento de alguns profissionais.<br />
</span>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A vantagem do investimento nessa ferramenta é óbvia.   O resultado desse investimento: fantástico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Como em qualquer outro serviço “comoditizado” (não sei se essa palavra existe) o diferencial está no resultado. E preço.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Avalie, procure consistência no discurso, teste o conhecimento do fornecedor, peça referências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Agora, caso tenha utilizado um <strong>“web-sobrinho”</strong> pra fazer o site de sua empresa, esqueça tudo que falei. Afinal, não sei se seria um bom negócio apresentar “esse” site a milhares de pessoas. Não pega bem né!</span></p>
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		<title>Dicionário do Marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 15:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, ontem, ao visitar a biblioteca da empresa, me deparei com um livro no mínimo muito engraçado: &#8220;Dicionário de Besteiras Corporativas, de Lois Beckwith&#8221;. Postarei aqui algumas das definições citadas: Marketing 1. Conjunto de iniciativas pertinentes à apresentação e ao posicionamento de um produto ou serviço, com o objetivo de torná-lo vendável aos consumidores. 2. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/dicionario"><img class="size-full wp-image-149 alignright" title="dicionario" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dicionario.gif" alt="dicionario" width="193" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Pessoal, ontem, ao visitar a biblioteca da empresa, me deparei com um livro no mínimo muito engraçado: &#8220;Dicionário de Besteiras Corporativas, de Lois Beckwith&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Postarei aqui algumas das definições citadas:<strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> Marketing</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 1. </strong>Conjunto de iniciativas pertinentes à apresentação e ao posicionamento de um produto ou serviço, com o objetivo de torná-lo vendável aos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 2. </strong>Os profissionais de <strong>marketing </strong>são os <strong>vendedores</strong> de poções milagrosas do mundo empresarial, muito mais do que os próprios profissionais de <strong>venda</strong>. Eles se refestelam com as esperanças, desejos e sonhos dos consumidores e se aproveitam da falsa idéia que as pessoas fazem de quem eles realmente são ou pretendem ser; <strong>Os marketeiros encorajam as pessoas a acreditarem que podem comprar o que desejam ser.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 3. </strong>É por causa dos profissionais de <strong>marketing</strong> que as pessoas pagam até 8 reais por uma latinha de bebida com altíssimo teor de cafeína, chamada de “energética”, usam camisetas estampadas com o  nome ou o logotipo de uma empresa (ou seja, tornam-se anúncios ambulantes, e de graça), e sentem-se seguras ao fazer suas compras/negócios/transações comerciais com uma determinada empresa “confiável”.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> Vendas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Departamento responsável pela geração de receita proveniente pela <strong>venda</strong></span> de produtos e serviços</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 1. </strong>Departamento onde trabalham as pessoas que, em última análise, pagam seu salário, as quais, portanto, visando seu próprio interesse, você deveria manter sempre felizes. Sem <strong>vendas</strong>, basicamente, você não teria o seu emprego.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 2. </strong>Tal como humoristas, que se apresentam ao vivo, os <strong>profissionais de vendas</strong> devem ter um alto nível de tolerância à rejeição; e diferentemente à todos os outros funcionários da empresa, aprender a prosperar em meio à toda rejeição que possam sofrer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> 3. </strong>Por algum motivo inexplicável, os <strong>profissionais de venda</strong> possuem  estatura acima da média.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Me Deixem Comprar !</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 22:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos gostam de comprar. Uma opinião sobre as motivações e indisposições com a figura do vendedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/sapato"><img class="aligncenter size-medium wp-image-134" title="sapato" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sapato-300x227.gif" alt="sapato" width="300" height="227" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quem não gosta de <strong>comprar</strong>?  Sinceramente nunca conheci alguém que não gostasse, dessa prática tão capitalista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">E de <strong>vendedores</strong>, você gosta?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine a seguinte cena: Você foi convidado pra uma grande festa. Foi ao salão de beleza, <strong>comprou</strong> aquela roupa, toda especial para a ocasião e vai <strong>comprar</strong> o sapato. Dinheiro no bolso, loja escolhida, você entra na loja e&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O que acontece? (a essa altura você já respondeu)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Pois não, posso ajudar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Pode. Se jogando do mezanino!   Essa seria a resposta espontânea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Só estou dando uma “olhadinha”.  Entendi. Então você faz pesquisas sobre os lançamentos do mercado calçadista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">- Se precisar meu nome é&#8230;  Então, você dá aquele sorriso do tipo “Agora me deixe em paz” e vai passear pela loja, dono da situação, afinal, você vai exercer seu momento mágico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Um tempo depois, você dá o braço a torcer e o chama de volta e vai pra sua festa, de sapato novo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">É curioso analisar isso por outro ângulo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Você quer <strong>comprar</strong> um calçado: Quem conhece melhor a loja que o próprio <strong>vendedor</strong>? Ele conhece exatamente a localização de cada item, preços, marcas, modelos, então, porque raios as pessoas não gostam da figura do <strong>vendedor</strong>?   A razão é bem simples:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">As pessoas gostam de <strong>comprar</strong>.  Simples assim, mas querem <strong>COMPRAR</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O que ninguém quer é que lhe <strong>vendam</strong> nada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">A ação de <strong>compra</strong> é muito mais que a aquisição de um produto. Não estou falando sobre as motivações de <strong>compra</strong>, as reais necessidades atendidas com a <strong>compra</strong>, além de tudo isso a <strong>compra</strong> é uma experiência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Imagine a cena: Você é uma criança e está aguardando o dia de seu aniversário, quando irá até uma loja <strong>comprar</strong> o tão esperado brinquedo. Você quase não agüenta esperar o dia marcado. Até o banho é divertido, pelo que ele precede. O caminho até o shopping é uma festa. Nem mesmo os longos corredores do shopping incomodam. Você entra na loja, anda um pouco por alguns corredores, carrega algumas opções nas mãos, (embora o presente já fora pré-escolhido), e se pudesse nem entregava pra mocinha do caixa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Agora imagine uma outra situação:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Você já sabe qual é o brinquedo. Encomenda e recebe em casa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não estou dizendo que esse tipo de <strong>compra</strong> não funciona, não atende às necessidades. Não me refiro ao fato de <strong>comprar </strong>à distância, mas à eliminação do processo de <strong>compra</strong>, de toda a “paquera” que envolve uma <strong>compra</strong>. Esse momento, de escolha, de decisão e aquisição de um produto, muitas vezes é mais compensador que o próprio item comprado. Quantas vezes você já comprou algo com grande satisfação e prazer e, pouco tempo depois, no dia seguinte, no caminho pra casa, se arrependeu da <strong>compra</strong>?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Outro exemplo: Conhece alguém que tenha sapatos? Claro que sim. E alguém que tenha 72 pares?  &#8211; A Fernanda tem! (Fer, parabéns pelo bebê).  Será que a Fernanda utiliza todos eles?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">O fato é que a <strong>compra</strong> satisfaz várias outras necessidades que não à da principal aplicação do produto. Aí está o problema na loja de calçados. Nada contra os <strong>vendedores</strong> de sapato (meu irmão fez isso por dez anos), mas sim pelo estigma que carregam. Ao invés de serem vistos como “facilitadores”, nesses casos de animosidade por parte do consumidor, são vistos como intermediários, empecilhos entre o desejo e a satisfação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Esse é o ponto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Todos queremos <strong>comprar</strong>, ou a menos gostaríamos, mas nos deixem <strong>comprar</strong>, em todos os aspectos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Não me <strong>venda</strong>, me oriente, me apresente, mas não queira roubar meu momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"> Agora, caso seja um bom consultor, faça o que faz de melhor: Faça-me acreditar que decidi a <strong>compra</strong> sozinho.</span></p>
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		<title>O Queijo do Marketing</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 02:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Pensem rápido: Quantas pizzas vocês conhecem que não tenham queijo entre os ingredientes?

Impossível pensar em pizza sem falar em queijo. Pois Bem. Esse site , entre outras bobagens, fala de marketing. E como não poderia faltar, aí vai um vídeo do queijo, digo, do pai do marketing.

Com vocês, Philip Kotler.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"> Pensem rápido: Quantas pizzas vocês conhecem que não tenham queijo entre os ingredientes? </span></p>
<p><span style="color: #808080;">Impossível pensar em pizza sem falar em queijo. Pois Bem. Esse site , entre outras bobagens, fala de marketing. E como não poderia faltar, aí vai um vídeo do queijo, digo, do pai do marketing.</span></p>
<p><span style="color: #808080;"> Com vocês, <strong>Philip Kotler.</strong></span></p>
<p><strong><br />
</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0F2_SL3aqkY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/0F2_SL3aqkY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Quando vão me ouvir?</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 15:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sexta feira. Engraçado que a felicidade vem em função da véspera de sábado, e não propriamente do dia de sexta. Normalmente meu sábado já está vendido: Clara, Bel e Guarani (não obrigatoriamente nessa ordem), porém o caso que vou relatar aconteceu exatamente assim. Como de costume, tenho algumas pendências para com minha filha, pendências essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="isi-post">
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"> </span><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><br />
<span style="color: #808080;">Sexta feira. <a rel="attachment wp-att-94" href="http://www.jeanoliveira.com.br/quando-vao-me-ouvir/pneu-2/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-94" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/pneu1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;">Engraçado que a felicidade vem em função da véspera de sábado, e não propriamente do dia de sexta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> </span> Normalmente meu sábado já está vendido: Clara, Bel e Guarani (não obrigatoriamente nessa ordem), porém o caso que vou relatar aconteceu exatamente assim. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;">Como de costume, tenho algumas pendências para com minha filha, pendências essas que tento sanar nas poucas horas que essa vida maluca me permite dedicá-las as coisas que mais gosto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;">Pois bem. Acordo cedo, coloco a Clara no carro e partimos para realizar mais uma de suas vontades. Não preciso andar muito para localizar um grande auto-center.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> Ao chegar, sou recebido com muita simpatia, por uma simpática atendente, que me recebe ainda na saída de meu carro:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Bom dia, em que posso ajudá-lo? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Preciso falar com o pessoal que cuida da troca de pneus; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; “Esses pneus são aro 15”, afirmou ela com um ar de especialista. Balancei a cabeça concordando com ela, e ainda que não fosse, a convicção dela era tão grande que eu não me atreveria a discordar.  PRONTO, ali começava uma experiência que, quase sadicamente, aceitei levar adiante. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> Imediatamente ela me perguntou quando foi que eu havia trocado os pneus pela última vez.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Não troquei, respondi.    &#8211; O carro já veio com esses pneus.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> Recebi um belo elogio, por procurar por novos pneus estando os meus ainda “meia-vida”, como ela os classificou.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Pode me emprestar a chave? Fiz uma cara de espanto, e ela explicou que precisava colocar o carro no elevador, pra verificar a suspensão. Me levou pra uma sala aconchegante e me mostrou todos os modelos de pneus disponíveis, custos, formas de pagamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> Nesse momento, já me dividia entre a <strong>vendedora</strong> e a Clara, derrubando o mostruário de amortecedores, num canto da sala.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> Logo chega o orçamento da suspensão. O documento apresentado parecia um extrato bancário, tamanha a quantidade de itens e valores. A quantidade de defeitos e falhas na “estrutura do veículo” como eles me disseram, me pôs a pensar em como eu tinha conseguido chegar até ali com ele.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; E aí, como o Sr. quer fazer?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; O que?, perguntei .</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; O pagamento. Como o Sr. vamos realizar uma grande quantidade de serviços, podemos parcelar em 10 vezes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Mas não vou fazer esses serviços!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Bom, disse ela em tom conciliador, posso ver com o meu gerente o que podemos fazer pra facilitar o pagamento dos pneus. Como seria bom pro senhor?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Não vou trocar os pneus do meu carro! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Porquê? É pelo preço? Podemos ver outros modelos e&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Não vou trocar nada. Não estou interessado em serviços pro meu carro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Como assim? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;">- Assim. Não quero nada pro meu carro. Não estou precisando (se bem que, depois de ver aquele orçamento, já não estava tão convicto disso).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;">- Mas o  Sr. me disse que queria trocar os pneus do carro!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> &#8211; Nada disso. Disse que queria falar com o pessoal da área de pneus.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;">- E pra quê você queria isso? perguntou ela já impaciente. Naquela altura da conversa, o “Sr” já tinha desaparecido, juntamente com aquela cortesia comoditizada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;">- Sabe o que é, preciso fazer um balanço pra minha filha e queria ver se poderiam me dar um pneu usado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"> No final daquele dia, a Clara estava balançando na varanda de casa e eu, fui pro campo, assistir o Guarani, morrendo de medo do carro se desmanchar no caminho. </span></p>
<p></mce></div>
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		<title>Saudosista sim, bezerro não</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 14:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem, para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas. No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><a rel="attachment wp-att-107" href="http://www.jeanoliveira.com.br/saudosista-sim-bezerro-nao/bezerro-3/"><img class="alignright size-medium wp-image-107" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/bezerro2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;">“Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta</span><span style="font-family: Verdana;"> </span><span style="font-family: Verdana;"> virgem, para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas.<br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.<br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam a direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando até com um pouco de razão, mas não faziam nada para mudar a trilha.<br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Depois de tanto uso, esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.<br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade.<br />
</span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro centenas de anos antes, e a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único, sem se atrever a mudá-lo.” </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Uma coisa é certa: Seu eu pudesse me mudaria lá pras terras desse bezerro. Ou melhor, viveria nos tempos em que essa tal trilha foi aberta, há muitos anos, quando as coisas eram mais simples. Antes de qualquer coisa é bom frisar que eu odeio a <strong>internet.</strong> Assim como odeio várias outras coisas, frutos da tecnologia e modernidade, sentimento esse, originado de meu saudosismo inveterado. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> O fato é que essas coisas estão aí, independente de minha vontade ou localização geográfica, seja trabalhando com <strong>marketing </strong>digital ou na terra do bezerro, vendo bois com brincos magnéticos sendo monitorados via satélite. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Assim como já não posso mais sentar naquela enxurrada que me empurrava rua abaixo em dias de chuva, sem o risco de doenças (imagine só), também já não existe mais um mundo redondo, onde os limites eram estabelecidos pelo alcance dos olhos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> A <strong>internet</strong> é uma realidade. Mas parece que não pra todos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Todos os dias, recebo dezenas de notícias e informativos sobre a permeabilidade da <strong>internet</strong> em todos os aspectos da sociedade. Apesar disso é engraçado analisar o comportamento do mercado publicitário no país. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> A Fórmula básica para valorização de uma mídia sempre esteve em sua audiência e poder de persuasão. O fato – e não opinião – é que a internet já superou até mesmo a TV em todos os aspectos relevantes à um anunciante, desde audiência, conversão e até mesmo parâmetros nunca sonhados há algum tempo, como a possibilidade de se mensurar o ROI com precisão. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Obviamente que existem muitos interesses por trás dessa manutenção do sistema tradicional de <strong>publicidade,</strong> mas a mudança de comportamento dos próprios anunciantes (muito tímida até o momento), revela uma certa tendência à seguirem o bezerro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> A planificação do mundo, através da tecnologia, já aconteceu, queira eu, você ou os impérios de mídia e é mais provável você me ver escorregando em alguma enxurrada em dia de chuva do que presenciarmos um retrocesso nessa realidade. </span></span></p>
<p></mce></div>
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		<title>Mais, do mesmo.</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 22:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde a descoberta da escrita, 5000 anos A.C, a humanidade vem se utilizando da possibilidade de registrar hábitos, processos e costumes para evoluir, fazendo novas descobertas e avançando em suas práticas e relações sociais. Outro advento que parece marcar essa história, tendo em vista o salto evolutivo provocado, foi a implementação da internet como item [...]]]></description>
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<div id="attachment_110" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a rel="attachment wp-att-110" href="http://www.jeanoliveira.com.br/mais-do-mesmo/sears-logo/"><img class="size-thumbnail wp-image-110" title="Sears" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sears-logo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">logomarca da empresa sears</p></div>
<div id="attachment_113" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a rel="attachment wp-att-113" href="http://www.jeanoliveira.com.br/mais-do-mesmo/ecommerce-2/"><img class="size-thumbnail wp-image-113" title="ecommerce" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/08/ecommerce-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">figura de ecommerce</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><a rel="attachment wp-att-110" href="http://www.jeanoliveira.com.br/mais-do-mesmo/sears-logo/"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"> </span></a><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;">Desde a descoberta da escrita, 5000 anos A.C, a humanidade vem se utilizando da possibilidade de registrar hábitos, processos e costumes para evoluir, fazendo novas descobertas e avançando em suas práticas e relações sociais. Outro advento que parece marcar essa história, tendo em vista o salto evolutivo provocado, foi a implementação da <strong>internet</strong> como item fundamental na sociedade atual. A facilidade de comunicação e acesso à informações parece ter mudado radicalmente os hábitos de consumo, argumento amparado pelos números crescentes do <strong>comércio eletrônico</strong>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> No início do século, numa época de <strong>marketing</strong> ainda intuitivo, <strong>Richard Sears</strong>, um controlador de tráfego ferroviário de minneápolis, nos Estados Unidos, viria a revolucionar o mundo com um conceito que nos parece muito familiar nos dias de hoje: A possibilidade de ter acesso à informação em qualquer lugar, e, de posse dessa informação, adquirir produtos e serviços dos mais variados. É engraçado avaliarmos que a construção dos grandes centros de compra, com a facilidade e as vantagens da escolha presencial e entrega imediata da mercadoria, não invalidaram essa fórmula de sucesso.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Uma característica importante nesse modelo de negócio, hoje consolidado pelo conceito “ponto com”, é a eliminação da personificação da venda, onde um <strong>vendedor</strong> é o mediador, importante e indispensável em alguns casos. Porém, quando analisamos o ato de “comprar” como uma experiência sensorial, que, muito mais que a aquisição de um bem, proporciona satisfação e prazer, (muitas vezes maior, durante a escolha que propriamente após a aquisição), a ausência dessa figura mediadora é um dos fatores motivadores desse modelo de negociação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Outra característica comum nos dois modelos é a grande variedade de produtos ofertados. Nos primórdios do comércio eletrônico, muita suspeita pairava sobre o sucesso desse modelo de negócio e, principalmente, sobre o quanto ele poderia ser explorado. A verdade é que a Sears, em seu modelo criado há mais de 100 anos, vendia, desde meias femininas, até carros e casas, através de seus catálogos impressos por litografia. Hoje vemos essa tendência refletida no crescente aumento do ticket médio praticado no <strong>comércio eletrônico.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> O sucesso da Sears não se deve apenas à utilização da logística dos correios, como citado por muitos, isso chega a ser óbvio. O grande apelo foi atingir a população da zona rural, justamente a parcela da população que não tinha acesso às novidades, exclusivas aos moradores dos grandes centros. Como tendência, podemos prever o aumento na compra on-line, se levarmos em conta o potencial de consumo concentrado além das regiões sul e sudeste, onde a oferta de produtos ainda é escassa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Quando estudamos o modelo de negócios da Sears, os problemas enfrentados não eram muito diferentes dos encontrados nos dias de hoje e as soluções para tais problemas não mudaram muito em seu conceito. Mais surpreendente é imaginar que os anseios e conseqüentes exigências dos consumidores permanecem os mesmos, variando em função do contexto social em que cada um se encontra. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="color: #808080;"><span style="font-family: Verdana;"> Tão importante quanto inovar na maneira de atender desenvolver seu potencial é analisar e contextualizar as experiências do passado, os erros e acertos dos outros. É mais prudente – e mais barato.</span></span></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Desde a descoberta da escrita, 5000 anos A.C, a humanidade vem se utilizando da possibilidade de registrar hábitos, processos e costumes para evoluir, fazendo novas descobertas e avançando em suas práticas e relações sociais. Outro advento que parece marcar essa história, tendo em vista o salto evolutivo provocado, foi a implementação da internet como item fundamental na sociedade atual. A facilidade de comunicação e acesso à informações parece ter mudado radicalmente os hábitos de consumo, argumento amparado pelos números crescentes do comércio eletrônico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> No início do século, numa época de marketing ainda intuitivo, um controlador de tráfego ferroviário de minneápolis, nos Estados Unidos, viria a revolucionar o mundo com um conceito que nos parece muito familiar nos dias de hoje: A possibilidade de ter acesso à informação em qualquer lugar, e, de posse dessa informação, adquirir produtos e serviços dos mais variados. É engraçado avaliarmos que a construção dos grandes centros de compra, com a facilidade e as vantagens da escolha presencial e entrega imediata da mercadoria, não invalidaram essa fórmula de sucesso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> Uma característica importante nesse modelo de negócio, hoje consolidado pelo conceito “ponto com”, é a eliminação da personificação da venda, onde um vendedor é o mediador, importante e indispensável em alguns casos. Porém, quando analisamos o ato de “comprar” como uma experiência sensorial, que, muito mais que a aquisição de um bem, proporciona satisfação e prazer, (muitas vezes maior, durante a escolha que propriamente após a aquisição), a ausência dessa figura mediadora é um dos fatores motivadores desse modelo de negociação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> Outra característica comum nos dois modelos é a grande variedade de produtos ofertados. Nos primórdios do comércio eletrônico, muita suspeita pairava sobre o sucesso desse modelo de negócio e, principalmente, sobre o quanto ele poderia ser explorado. A verdade é que a Sears, em seu modelo criado há mais de 100 anos, vendia, desde meias femininas, até carros e casas, através de seus catálogos impressos por litografia. Hoje vemos essa tendência refletida no crescente aumento do ticket médio praticado no comércio eletrônico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> O sucesso da Sears não se deve apenas à utilização da logística dos correios, como citado por muitos, isso chega a ser óbvio. O grande apelo foi atingir a população da zona rural, justamente a parcela da população que não tinha acesso às novidades, exclusivas aos moradores dos grandes centros. Como tendência, podemos prever o aumento na compra on-line, se levarmos em conta o potencial de consumo concentrado além das regiões sul e sudeste, onde a oferta de produtos ainda é escassa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> Quando estudamos o modelo de negócios da Sears, os problemas enfrentados não eram muito diferentes dos encontrados nos dias de hoje e as soluções para tais problemas não mudaram muito em seu conceito. Mais surpreendente é imaginar que os anseios e conseqüentes exigências dos consumidores permanecem os mesmos, variando em função do contexto social em que cada um se encontra. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"> Tão importante quanto inovar na maneira de atender desenvolver seu potencial é analisar e contextualizar as experiências do passado, os erros e acertos dos outros. É mais prudente – e mais barato.</span></p>
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