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	<title>Marketing, Vendas     &#38; outras Bobagens</title>
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		<title>Vai Entender Esses Jovens!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meus Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Até pouco tempo, ainda que restrito, o conceito de gerações separava as pessoas por faixa etária, além do comportamento, e tentava explicar comportamentos diferentes em função da época em que as pessoas nasceram.
Os chamados Yuppies, sucessores dos hippies, seguiam uma linha muito clara de crenças e pensamentos. Em contraste com os Hippies, a geração anterior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Yuppies.jpg"><img class="size-full wp-image-339  aligncenter" title="Yuppies" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Yuppies.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Até pouco tempo, ainda que restrito, o conceito de gerações separava as pessoas por faixa etária, além do comportamento, e tentava explicar comportamentos diferentes em função da época em que as pessoas nasceram.</p>
<p style="text-align: justify;">Os chamados Yuppies, sucessores dos hippies, seguiam uma linha muito clara de crenças e pensamentos. Em contraste com os Hippies, a geração anterior, engajada em causas sociais e interesses coletivos, os yuppies apresentavam acima de tudo uma grande responsabilidade profissional quando comparados com seus antecessores.</p>
<p style="text-align: justify;">A busca por status e estabilidade financeira era a principal característica dessa população, apaixonada pelo sonho americano e pelo estilo de vida capitalista, disseminado pelos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente essas pessoas têm entre 30 e 50 anos aproximadamente, e assim como causou impacto em função das grandes diferenças para com a geração anterior, também se choca diretamente com os interesses e principalmente com o comportamento da geração seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">A chamada Geração Y já nasceu mergulhada em tecnologia. A responsabilidade profissional e a busca por estabilidade não podem ser considerados traços marcantes dessa juventude que passa grande parte do seu tempo se comunicando e atendendo a cada dia o apelo à felicidade momentânea.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos dos mais variados revelam a pouca influência da mídia de massa sobre esse público e a grande influência exercida pelos grupos aos quais pertencem, sobre seu comportamento de consumo. A busca por estabilidade ou por um estilo de vida que se adéqüe a um padrão social estabelecido como referência de sucesso não é o seu foco, em consonância com a perda de uma única referência vinda normalmente da televisão. Hoje seu padrão é globalizado. Sua fonte de referência quanto ao estilo de vida que deve levar não tem fronteiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Como em qualquer período desde que o mundo é mundo o ser humano quer ser apreciado por seus pares, e esse jovem não é diferente. Apenas os pares mudaram.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pamonhas e Spam</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meus Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Spam]]></category>

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Quem gosta de pamonha? Sabe aquelas coisas das quais a gente não gosta, apesar de nunca ter provado? Pra mim, pamonha é uma dessas coisas.

E do carro da pamonha. Quem é que nunca viu – ou ouviu &#8211; aquela Belina 82, com um megafone amarrado no teto e repetindo de maneira à tornar mundialmente famosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/pamonhas-e-spam/"><img class="size-full wp-image-323 aligncenter" title="pamonhas" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pamonhas.jpg" alt="" width="475" height="316" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quem gosta de pamonha? Sabe aquelas coisas das quais a gente não gosta, apesar de nunca ter provado? Pra mim, pamonha é uma dessas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-321"></span></p>
<p style="text-align: justify;">E do carro da pamonha. Quem é que nunca viu – ou ouviu &#8211; aquela Belina 82, com um megafone amarrado no teto e repetindo de maneira à tornar mundialmente famosa a cidade de Piracicaba:</p>
<p style="text-align: justify;">”Pamonhas, pamonhas, pamonhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pamonhas fresquinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">É o puro creme do milho.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos chegando vamos levando.</p>
<p style="text-align: justify;">Venham provar essas delícias</p>
<p style="text-align: justify;">PAMONHAS DE PIRACICABA&#8230;.  etc, etc, etc.”</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes sua casa foi invadida por esse agradável som, do carro da pamonha vendendo sua mercadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira o carro do “troca-tudo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles aceitavam qualquer coisa: panelas, garrafas de cerveja e alumínio, em troca de picolés e maçã do amor. Pronto. Era só o carro chegar pra molecada da rua sair correndo atrás de qualquer objeto que pudesse servir de moeda de troca. O pior era quando ele parava bem em frente de casa. Eram 10 minutos de megafone.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira era com o carro do churros, o verdureiro e tantos outros que, nas cidades menores ou mesmo na periferia das grandes cidades, ainda existem (aqui em Campinas eles ainda existem).</p>
<p style="text-align: justify;">E a caixa de correio? Lá em casa é o seguinte: todos os dias chego em casa e vou até a caixa de correio. Encho minha mão de papel. Em 10 segundos seleciono o que interessa, o que parece me interessar e o restante vai pro lixo. Simples assim. Nunca pedi que me enviassem nada, mas já me utilizei de propagandas ali deixadas. Em várias ocasiões aqueles panfletos indesejáveis mataram minha fome com pizzas, lanches e outras coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha caixa de email: Recebo em média 30 emails por dia. Alguns de grande importância, outros não. Em 2 minutos seleciono o que me interessa, clico em todos os outros e os envio pra lixeira. Não me gera lixo, na faz barulho e algumas vezes já me trouxeram informações relevantes, como os panfletos de pizza e os picolés do “troca-tudo” em dias de calor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando foi que processaram o “tio” da pamonha? Afinal, ele invade as nossas casas com aquele som repetitivo, aquela publicidade indesejável, tira nossa privacidade e direito de escolher o que ouvir ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">E a panfletagem? Alguém pediu pra pizzaria deixar um cardápio em sua porta? E os panfletos dos grandes hipermercados, farmácias, guias de bairro, etc. Ninguém  pediu, gera lixo, dá trabalho jogar fora, no entanto, alguém se incomoda tanto à ponto de processar tais empresas, ou porque não criar uma lei proibindo esse tipo de publicidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Na visão de um dos parlamentares envolvidos na criação do projeto de lei que visa acabar com o envio de emails não solicitados, <em>&#8220;a expedição ao usuário-consumidor de publicidades não solicitadas, invadindo a privacidade de terceiros, de forma claramente anti-social é lesiva ao direito individual&#8221;.</em><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Querem falar de invasão de privacidade ou segurança? Não agüento mais as pessoas com rodinho no semáforo. Não respeitam minha vontade, sujam meu carro e podem servir de estratégia para bandidos disfarçados. Será que incomodam somente a mim?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele rodo sujo que passam no vidro do meu carro ainda que eu implore para que não o façam em semáforos me parece muito mais invasivo – Mas não incomoda tanto a sociedade a ponto de estimular uma lei contra esse comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero que coloquem o foco não no panfleto, no rodinho ou no barulho da Belina 82, mas no seguinte ponto:</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto o som do megafone como os panfletos são indesejados quando colocados na mesma ótica dos emails. A expressão “emails indesejados” se refere a nada mais que qualquer email não solicitado, normalmente com conotação publicitária.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas três situações somos atingidos por publicidade sem nosso consentimento, no entanto, por que o email nos soa como mais invasivo?</p>
<p style="text-align: justify;">Utopia imaginar que essa proibição vai gerar algum tipo de segurança no que diz respeito às pragas eletrônicas. Essas ameaças existem às margens de quaisquer regras. Os emails mal intencionados não serão afetados com essa lei. A lei visa punir justamente as empresas que se identificam. O problema principal não está no envio de mensagens chamadas “maliciosas”, mas no envio de mensagens não autorizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aos corneteiros de plantão: Não estou defendendo ou condenando a utilização de Spam.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Boa parte da publicidade com a qual somos bombardeados diariamente vem de maneira invasiva e subliminar, porém o email tem algo de especial, de muito privativo, apesar de ser nada mais que uma caixa de correio online.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que o email incomoda tanto?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A quantidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O internauta brasileiro é o segundo no ranking dos que mais recebem emails, segundo pesquisa realizada pela McAffe. Sem dúvida isso incomoda, e já bastaria para uma atitude no sentido de barrar essa prática. Mas o ponto que quero tocar é outro: A idéia de ambiente individual e seletivo é quebrada na medida em que qualquer pessoa tem acesso à esse ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última semana recebi 28 emails não solicitados, de alguma empresa me oferecendo produtos, serviços ou mesmo conteúdo que não me parecia relevante. No mesmo período recebi 13 panfletos na caixa de correios e mais um punhado nos semáforos – Nenhum deles previamente autorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Quebra do sistema</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Podemos considerar as redes sociais como um exemplo de ferramenta de sucesso na utilização da internet no Brasil, e dela retirar lições de como se comporta o usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é o princípio de uma rede social?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Um ambiente onde defino <strong>quem</strong> acessa <strong>o que</strong> em meu perfil, onde aceito apenas quem <strong>eu quero</strong> em <strong>meu “espaço”</strong> e compartilho informação com quem desejo. <strong>Apenas com quem desejo</strong>.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já escrevi em outro artigo, sobre a influência do ambiente em decisões de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma sociedade as pessoas utilizam o comportamento da maioria como fonte para determinar o “certo e errado”, e logicamente, a internet como meio de relacionamento, entra nesse contexto.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim meu ambiente será, obrigatoriamente, composto de itens que exerçam algum tipo de importância e relevância pra mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo comum: Quem você segue no Twitter?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Invasão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A idéia do spam, muito mais que a chateação de ter de apagá-los, expõe uma fragilidade nesse sistema de rede limitada por meus interesses. Alguém, do qual não obrigatoriamente compartilho interesses, chega até uma de minhas áreas privativas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Onde foi que cliquei pra receber isso? </em></p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma pergunta óbvia em um mundo composto de cliques para decisões e permissões.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer coisa que se movimente sem minha autorização é incômodo, desde o email até poup-up, janelas que se abrem ou qualquer outra ação não solicitada.</p>
<p style="text-align: justify;">O spam, muito mais que amolação, é subversivo, atenta contra o sistema atual de privacidade e limitação de meu ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos ao ponto que alguns bytes incomodam mais que uma montanha de papel na caixa de correio, ao menos não incomoda o suficiente para mobilizar o congresso nacional. Isso é no mínimo relevante e o estudo desse comportamento pode ser muito útil para entender o comportamento das pessoas nesse novo cenário.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse artigo não tem por objetivo gerar aceitação sobre a utilização de spam ou mesmo a utilidade ou não da lei, mas, mais uma vez, analisar o comportamento das pessoas no uso da internet e assim facilitar o trabalho nesse ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Só espero que não acabem com o carro da pamonha. Eu não gosto, mas a Clara adora.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Ninguém Tem Medo do Lobo-Mau</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 12:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meus Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje o dia não será fácil. Talvez o dia seja, mas a noite com certeza não será. Terei de encarar um empolgado torcedor da Ponte Preta em minha aula de Pesquisa de Marketing.
Falando em pesquisa, seguem algumas

observações sobre as pesquisas de campo, principalmente quando se empregam entrevistas pessoais.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/ninguem-tem-medo-do-lobo-mau/"><img class="aligncenter size-full wp-image-314" title="pensamento" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pensamento1.jpg" alt="" width="255" height="255" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje o dia não será fácil. Talvez o dia seja, mas a noite com certeza não será. Terei de encarar um empolgado torcedor da Ponte Preta em minha aula de Pesquisa de Marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando em pesquisa, seguem algumas</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-311"></span></p>
<p style="text-align: justify;">observações sobre as pesquisas de campo, principalmente quando se empregam entrevistas pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com mais de oito mil pessoas respondendo à questão: Qual é o seu maior medo? Apresentou os seguintes resultados:</p>
<p style="text-align: justify;">1 – Insetos, cobras, baratas</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Altura</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Água</p>
<p style="text-align: justify;">4 – Transporte Público</p>
<p style="text-align: justify;">5 – Tempestades</p>
<p style="text-align: justify;">6 – Espaços fechados</p>
<p style="text-align: justify;">7 – Túnel, ponte (não é a preta, ninguém tem medo dela)</p>
<p style="text-align: justify;">8 – Multidões</p>
<p style="text-align: justify;">9 – Falar em Público</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Até que ponto somos honestos ao assumir nossos verdadeiros sentimentos ou tendências comportamentais perante os outros?</p>
<p style="text-align: justify;">Não me refiro apenas ao fato de responder essa pergunta pessoalmente, mas de expor esse medo ou qualquer outra coisa que possa te expor de alguma maneira perante os outros, seja num questionamento ou em um formulário.</p>
<p style="text-align: justify;">A internet é anônima. Ao menos é essa a idéia que se tem, e por isso temas antes restritos às salas de terapia são expostos em sites de busca e se refletem no amontoado de blogs de auto-ajuda em toda a web.</p>
<p style="text-align: justify;">O instituto <em>Hitwise</em>, especialista em comportamento online, fez um levantamento semelhante à pesquisa realizada. Foram levantados todos os termos de pesquisa, ou todas as pesquisa que tivessem por objetivo encontrar informação a respeito de medos. Comparem os resultados:</p>
<p style="text-align: justify;">1 – Intimidade</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Rejeição</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">4 – Sucesso</p>
<p style="text-align: justify;">5 – Multidões</p>
<p style="text-align: justify;">6 – Fracasso</p>
<p style="text-align: justify;">7 – Sexo</p>
<p style="text-align: justify;">8 – Compromisso</p>
<p style="text-align: justify;">9 – Falar em Púbico</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O segundo método apresenta, entre os nove resultados, oito chamadas Fobias Sociais, resultado bem diferente do método tradicional, onde apenas uma delas ocorre.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa online expõe claramente a sensação de liberdade presente em perguntar a uma máquina que não fará juízo de valores sobre seus questionamentos ou interesses.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra maneira de entender a sinceridade com que as pessoas se comportam na internet está em uma palavra básica: sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 uma pesquisa revelou que 1% do conteúdo da web era relacionado ao tema, e surpreendentes 40% da navegação estava ligada a sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o marketing analisa as motivações pessoais em função de atendê-las e tirar proveito disso, é preciso levar em conta essa variação de comportamento que gera bilhões de dólares todo ano à quem se dedica à isso, e não fecha os olhos para interesses que não aparecerão em uma pesquisa nos moldes tradicionais, mas ainda que velados, refletem na maneira como gastamos nosso dinheiro.<a href="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pensamento.jpg"><br />
</a></p>
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		<title>A Queda das Pirâmides</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meus Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
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Qualquer pessoa que já tenha ao menos passado em frente a uma faculdade de marketing já ouviu falar da Pirâmide das Necessidades de Maslow.
Abrahan Maslow foi um psicólogo americano

que ficou conhecido pelo seu trabalho de maior destaque.
Maslow compilou as necessidades humanas de forma hierarquizada, através da figura de uma pirâmide, iniciando pelas necessidades fisiológicas, inerentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/maslow.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/a-queda-das-piramides/"><img class="size-full wp-image-301" title="maslow" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/maslow1.jpg" alt="" width="222" height="282" /></a></p>
<p>Qualquer pessoa que já tenha ao menos passado em frente a uma faculdade de marketing já ouviu falar da <strong>Pirâmide das Necessidades de Maslow</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abrahan Maslow</strong> foi um psicólogo americano</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-298"></span></p>
<p style="text-align: justify;">que ficou conhecido pelo seu trabalho de maior destaque.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maslow</strong> compilou as necessidades humanas de forma hierarquizada, através da figura de uma pirâmide, iniciando pelas necessidades fisiológicas, inerentes à subsistência humana e terminando na realização pessoal, onde o indivíduo se realiza em si próprio. Mas não seria isso uma forma de racionalizar o comportamento humano?</p>
<p style="text-align: justify;">Se considerarmos que as necessidades variam em função do tempo e da sociedade esse sistema é colocado à prova ao passar do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda metade do século 20 foi marcada pelo avanço do capitalismo e pela pressão exercida pela sociedade à prática das compras, não mais como satisfação de necessidades básicas, mas agora como identificação social, sinônimo de status e identidade, com muito mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa pressão ocorreu e ainda ocorre de maneira tão intensa a ponto de ser desencadeadora de patologias como a <strong>Oniomania</strong> (tradução do latim “Febre das compras”) reconhecida pela Organização Mundial da Saúde. Tendo em vista todas essas mudanças como imaginar que o indivíduo em seu comportamento de consumo possa ser pautado por uma regra racional, e racionalizada há mais de 60 anos?</p>
<p style="text-align: justify;">O ser humano, como era em 1947, não é mais. Hoje mais do que nunca, a carência e necessidade de aprovação (e conseqüente relacionamento pessoal), antagonicamente em extinção em função do desenvolvimento das ferramentas de comunicação, incentivam cada vez mais que se conquiste tal crédito junto ao meio em que se vive através de bandeiras de identificação, definidas pelos conglomerados de mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais o indivíduo deixa de existir e a opinião do todo influencia seu comportamento e o que era supérfluo passa a ser básico.</p>
<p style="text-align: justify;">Maslow não estava errado, só não viveu tempo suficiente para atualizar e rever sua teoria.</p>
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		<title>A Marca Google</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 13:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Google, que há apenas 13 anos se chamava Backrub, fincou sua  bandeira no mercado de buscas e não há nada no horizonte que ameace essa  posição. Números variados apontam sua liderança frente a todos os  serviços de busca disponíveis, na casa dos 95% de todo o mercado.
De forma impressionante o Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Google_Welcome.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="Google_Welcome" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Google_Welcome.jpg" alt="" width="550" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Google, que há apenas 13 anos se chamava Backrub, fincou sua  bandeira no mercado de buscas e não há nada no horizonte que ameace essa  posição. Números variados apontam sua liderança frente a todos os  serviços de busca disponíveis, na casa dos 95% de todo o mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma impressionante o Google conseguiu, em pouco tempo e com  baixíssimo investimento em publicidade, o que gigantes do capitalismo  levaram décadas para construir. Seu nome hoje é sinônimo de buscas na  internet. Google não significa mais nada, ao menos para a grande maioria  da população. Até mesmo a origem, o significado de “Google”, bem  anterior à fundação da empresa, perdeu seu sentido original.</p>
<p style="text-align: justify;">O Google conseguiu em pouco tempo algo bem maior que faturamento e  crescimento empresarial: Conseguiu seu posicionamento (além do posto de  marca mais valiosa do mundo). Assim como não se utiliza palha de aço  para panelas (usamos Bombril) não se utilizam buscadores, utilizamos o  Google.</p>
<p style="text-align: justify;">O posicionamento de uma marca está intimamente ligado à uma atividade  principal a qual ela referencia e não se pode sustentar uma grande  variedade de atividades sob essa bandeira. É como a luz de uma lanterna:  Se aproximá-la da parede consegue muita luz, focada em um pequeno  espaço; Se afastá-la, aumenta a abrangência, porém com menor  intensidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Orkut e o Youtube são excelentes amostras de como o Google  conseguiu crescer corporativamente, aumentando suas receitas, investindo  em novas marcas e produtos, mas conservando “Google” como sinônimo de  buscas.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias notícias apontam para a entrada do Google em novos mercados. A  mais recente é o lançamento de um smartphone.</p>
<p style="text-align: justify;">O que resta saber é até quando irá durar sua hegemonia no mercado de  buscas e como a empresa irá utilizar a força de sua marca em novas  aventuras corporativas.</p>
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		<title>Qual é a Sua Posição?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O consumo e suas tendências, concretizadas nas ações dos consumidores tem, ao longo de décadas, sofrido grandes variações em função dos avanços tecnológicos e das mudanças de comportamento e difusão de informações, por eles provocados. A mente de um consumidor é o ambiente onde as decisões acontecem, não em função de benefícios, preço ou características do produto, mas da imagem que essa marca ocupa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-293" href="http://www.jeanoliveira.com.br/qual-e-a-sua-posicao/posicionamento/"><img class="size-full wp-image-293 alignnone" title="posicionamento" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/12/posicionamento.PNG" alt="posicionamento" width="299" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O consumo e suas tendências, concretizadas nas ações dos consumidores tem, ao longo de décadas, sofrido grandes variações em função dos avanços tecnológicos e das mudanças de comportamento e difusão de informações, por eles provocados. A mente de um consumidor é o ambiente onde as decisões acontecem, não em função de benefícios, preço ou características do produto, mas da imagem que essa marca ocupa.</p>
<p style="text-align: center;">O grande desafio do marketing está em firmar e consolidar sua marca junto ao consumidor. A maneira mais racional seria investir milhões em publicidade. Sharp, Minolta, IBM e algumas outras, investiram alguns bilhões na tentativa de derrubar o posto da Xerox. No entanto quem tira cópias? Eu costumo tirar Xerox.</p>
<p style="text-align: center;">A Arisco foi vendida em 2003. Uma nova empresa foi fundada com parte do capital obtido com a negociação. A grande maioria do valor destinado para essa nova empresa foi investido em publicidade. Dormíamos e acordávamos ouvindo falar de Assolan. No entanto após alguns anos ainda compramos Bombril. As vendas da Assolan, que inicialmente demonstrava uma participação de mais de 15% em um curto espaço de tempo, em um mercado dominado há décadas pela Bombril, logo se estabilizou, e as estimativas de crescimento não se confirmaram.</p>
<p style="text-align: center;">O quê esses casos tem em comum?</p>
<p style="text-align: center;">Responda:</p>
<p style="text-align: center;">Qual a maior montanha do mundo?</p>
<p style="text-align: center;">E a segunda maior?</p>
<p style="text-align: center;">Provavelmente você não respondeu a segunda pergunta.</p>
<p style="text-align: center;">Quando falamos de montanha alta sabemos que o Everest é. E isso basta. Nossa mente não necessita do ranking completo.</p>
<p style="text-align: center;">O consumidor define suas preferências baseado em posições montadas em sua mente. Nossa mente é como uma prateleira com alguns lugares. Quando somos movidos a buscar informações internas a respeito de alguma necessidade a ser preenchida buscamos essa informação na prateleira e Bingo! Lá está aquele mesmo produto. Sempre. A vantagem de se chegar primeiro é insubstituível e tolice é tentar tomar essa posição.</p>
<p style="text-align: center;">O erro da Assolan assim como das concorrentes da Xerox foi o de querer entrar em uma briga por um posto que já tem sua posição conquistada na mente do consumidor.</p>
<p style="text-align: center;">Isso não quer dizer que não se pode enfrentar um líder de mercado. O que não se pode é querer enfrentar um posicionamento já sedimentado.</p>
<p style="text-align: center;">Um produto conquista um posicionamento não pela sua utilidade mas pelos seus atributos intangíveis e pelo vínculo criado entre essas duas coisas.</p>
<p style="text-align: center;">A Ferrari tem uma posição insubstituível na mente dos apaixonados por carros. Independente de qual seja o concorrente, a posição conquistada pela Ferrari é da Ferrari.</p>
<p style="text-align: center;">Esse espaço na prateleira de nossa mente já foi ocupado por ela e o erro é querer ocupar a mesma posição. Ainda assim existe espaço para muitas marcas de carros esportivos. Cada um deles com um posicionamento que pode, e na maioria dos casos é, variável de acordo com cada consumidor.</p>
<p style="text-align: center;">Qual sua posição junto ao seu consumidor?</p>
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		<title>Verdadeiras Necessidades</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem participei de um interessante debate que se iniciou sobre alguns “pudores” no marketing, como indução, manipulação de desejos, etc., e acabou nos desejos e necessidades dos consumidores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-284" href="http://www.jeanoliveira.com.br/verdadeiras-necessidades/piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow/"><img class="size-full wp-image-284  aligncenter" title="piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/11/piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow.jpg" alt="piramide-da-hierarquia-das-necessidades-de-maslow" width="339" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem participei de um interessante debate que se iniciou sobre alguns “pudores” no marketing, como indução, manipulação de desejos, etc., e acabou nos desejos e necessidades dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoalmente gosto muito da teria de Maslow, e sua pirâmide hierarquizada de necessidades, onde presupõe-se que uma categoria de necessidades só se manifeste após a satisfação de outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que falamos de marketing e motivações de compra chegamos ao ponto das necessidades. Mas o que realmente são necessidades?<br />
Se imaginarmos realmente o que um indivíduo necessita pra sua vida nos limitaríamos a alguns metros quadrados pra dormir protegido das variações climáticas, certa quantidade de comida, algumas roupas, atendimento médico e medicamentos quando necessários, água, etc.
</p>
<p style="text-align: justify;">Longe de mim em alguns minutos contradizer a teoria de Maslow, amplamente discutida e utilizada como base teórica em todo o mundo, mas gosto de partir do princípio de “necessidades” citado por outras fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Freud disse que “&#8230;tudo em você e em mim emana de dois motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande”.</p>
<p style="text-align: justify;">William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas duas definições temos uma coisa em comum: Todos os desejos do ser humano estão baseados na necessidade de aprovação e apreciação por parte dos demais membros da sociedade em que vive.</p>
<p style="text-align: justify;">O capitalismo é baseado nisso, na permissão de que esses desejos sejam satisfeitos. Literalmente o céu é o limite, já que a satisfação dessa necessidade está diretamente relacionada ao ambiente em que o indivíduo vive. Os parâmetros são retirados da própria sociedade, que define o que é necessário para alcançar a tal “apreciação” dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">O marketing é sim manipulador de comportamentos, e não vejo nada de errado nisso (se bem que “gostar de dinheiro”, como diversas outras palavras e expressões, também não são vistos com bons olhos em nosso país). Procure pelo significado dessa palavra no dicionário.</p>
<p style="text-align: justify;">A ética, outro parâmetro bem relativo, é que vai definir como essa ferramenta será utilizada, mas o fato é que o ser humano, seja através de minha empresa ou a do concorrente, buscará atender a esses desejos, extremamente intrínsecos e primários, quer seja de maneira consciente ou inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas muitos dos produtos ou serviços que adquirimos não nos valem pela utilidade prática que terão, mas pelo quanto acrescentarão à nossa imagem junto à comunidade em que vivemos.</p>
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		<title>Mais Uma do Google</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Muita gente já ouviu falar do Google Wave, a nova ferramenta do Google.
Muita gente sabe muito pouco, é verdade, mas o buzz foi feito.
Quem não se lembra dos primórdios do Orkut? Alguns poucos tinham acesso e só podia fazer parte da rede quem fosse convidado por outro participante. Ali o Google dava o passo necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-268" href="http://www.jeanoliveira.com.br/mais-uma-do-google/google_wave1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-268" title="google_wave1" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/11/google_wave1.gif" alt="google_wave1" width="450" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente já ouviu falar do Google Wave, a nova ferramenta do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente sabe muito pouco, é verdade, mas o buzz foi feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não se lembra dos primórdios do Orkut? Alguns poucos tinham acesso e só podia fazer parte da rede quem fosse convidado por outro participante. Ali o Google dava o passo necessário pra gerar escassez suficiente para tornar o Orkut, a rede social mais utilizada no país (ao menos por enquanto).</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos em outro momento da web. Hoje os relacionamentos e trocas de informação acontecem de maneira muito mais intensa. A estratégia utilizada naquela oportunidade teria sim algum efeito, não o mesmo. Então o Google foi além:<br />
Um novo sistema necessita de testes. É difícil lançar uma plataforma com certo nível de complexidade, que visa atender usuários de todas as partes do mundo, sem falhas. A Microsoft mostrou isso várias vezes. O que fazer? O Google tem a resposta!
</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei exatamente se esse foi o único método utilizado e caso alguém conheça um pouco mais sobre esse processo, ficaria feliz em receber tal informação. Mas vamos lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Periodicamente o Google realiza treinamentos e palestras, voltados a desenvolvedores. Em um desses encontros, realizado em São Paulo, os participantes receberam uma “Chave”, com alguns convites, para serem os primeiros a utilizarem essa plataforma de integração. Imagino que isso tenha acontecido em diversas partes do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultado: Na primeira semana de uso haviam convites sendo vendidos no Ebay, tamanha a escassez e desejo gerados pelo produto. Imaginem quando isso for liberado pra nós, simples mortais! Sabe aquela cena em Nova York, quando a Sony lançou o PS3? Aquela fila de pessoas esperando as lojas abrirem. Imagino isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto tão ou mais importante que a estratégia de marketing: Os usuários atuais se tornaram “testers”, ou seja, acham falhas, apontam bugs, sugestionam melhorias e as falhas encontradas não pesam contra a imagem do produto, afinal, eles foram escolhidos, privilegiados em testarem o sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez o Google dá uma aula de marketing e mostra que realmente entende essa geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma última observação, pra algum desavisado: O Google Wave é gratuito.</p>
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		<title>Por quê sua empresa realmente existe?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 20:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual a finalidade de uma empresa? No conceito acadêmico, empresa se define por qualquer organização com objetivo de obtenção de lucro.

Há alguns anos atrás, uns bons 20 anos, essa finalidade poderia direcionar todas as práticas de uma empresa, sem que comprometesse sua imagem junto ao consumidor. Aliás, sua imagem até poderia ser comprometida, mas numa análise relativa, isso era até normal. A abertura do mercado e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-258" href="http://www.jeanoliveira.com.br/por-que-sua-empresa-realmente-existe/amazon-300x300/"><img class="aligncenter size-full wp-image-258" title="amazon-300x300" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/10/amazon-300x300.jpg" alt="amazon-300x300" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Qual a finalidade de uma empresa? No conceito acadêmico, empresa se define por qualquer organização com objetivo de obtenção de lucro.</p>
<p>Há alguns anos atrás, uns bons 20 anos, essa finalidade poderia direcionar todas as práticas de uma empresa, sem que comprometesse sua imagem junto ao consumidor. Aliás, sua imagem até poderia ser comprometida, mas numa análise relativa, isso era até normal. A abertura do mercado e amadurecimento do consumidor mudaram essa relação, embora muitas empresas ainda não tenham entendido esse novo conceito.</p>
<p>A idéia da Era do consumidor, onde ele passa a ser a peça mais importante na cadeia produtiva, ainda não é vivida em sua totalidade pelas empresas.</p>
<p>Há alguns anos, quando Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon.com, instituiu sua loja com a possibilidade dos consumidores postarem suas opiniões à respeito dos livros adquiridos, sem nenhum tipo de censura a esses comentários, uma das editoras se posicionou contrária à essa atitude:</p>
<p><em>- E se eles falarem mal dos produtos? Será nosso fim.</em> A resposta de Bezos mostra o que considero uma excelente definição desse comportamento<em>: </em></p>
<p><em>- Você está com medo porque vende produtos. Nós vendemos a satisfação total aos nossos clientes.</em></p>
<p>Já escrevi aqui, em diversas ocasiões, que a internet não tem vida própria, é apenas um reflexo do comportamento das pessoas. Como um carro veloz. O desejo de se atingir altas velocidades sempre existiu. O veículo apenas atendeu esse desejo, não o criou.</p>
<p>A troca de informações de consumo é apenas um reflexo do desejo das pessoas em confiarem em seus iguais, mais um sinal da falta de credibilidade de publicidade pura e simples, da empresa em função de seu objetivo primário.</p>
<p>Não adianta mais utilizar apenas slogans de dedicação total ao cliente.</p>
<p>Se você não se dedicar, alguém o fará.</p>
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		<title>Dérbi da Pipoca</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 23:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Carlo Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje foi dia de clássico, o maior do futebol mundial: Guarani x Ponte Preta. Como alguém já disse, “todo homem deve fazer algumas coisas na vida”:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-251" href="http://www.jeanoliveira.com.br/derbi-da-pipoca/pipoca/"><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="pipoca" src="http://www.jeanoliveira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/pipoca.jpg" alt="pipoca" width="324" height="306" /></a></p>
<p>Hoje foi dia de clássico, o maior do futebol mundial: <strong>Guarani x Ponte Preta</strong>. Como alguém já disse, “todo homem deve fazer algumas coisas na vida”:</p>
<p>Ter um filho</p>
<p>Plantar uma árvore</p>
<p>Escrever um livro</p>
<p>E assistir ao dérbi de Campinas.</p>
<p>Foi perfeito. Guarani 2, Ponte Preta 1. Apesar do “pé-frio” do Rodrigo, ganhamos. (essa parte foi sugerida pelo Daniel).</p>
<p>Mas vamos ao que interessa. Imaginem a cena: Calor de 32°; O sol, que deve ter abandonado o restante do planeta pra estacionar de frente pra arquibancada; O estádio lotado, impossibilitando qualquer deslocamento aos banheiros e bares. Resumindo: Água, nem pensar. No máximo um picolé pra refrescar.</p>
<p>No meio desse deserto, eis surgem alguns <strong>vendedores</strong>, passando pra lá e pra cá, vendendo imaginem o que?  Pipoca.</p>
<p>Aquilo me dava sede só de olhar. Eu podia aceitar a idéia de beber todo o tubo de vinagre, mas em hipótese alguma comeria aquela pipoca, não naquele calor.</p>
<p>Um “visionário” torcedor dá um grito:</p>
<p>- Tio, troca essa pipoca por água que você vende tudo!</p>
<p>Não precisava ser nenhum pós-graduado em <strong>promoção de vendas</strong> pra chegar a tal conclusão.</p>
<p>Um outro perguntou a ele:</p>
<p>- Por que o senhor está vendendo “pipoca”, nesse calor?</p>
<p>A resposta, a mais inocente possível: &#8211; Pra ajudar o Guarani.</p>
<p>Não sei se fiquei mais feliz com o comprometimento do “tio” <strong>vendedor </strong>de pipoca, ou assustado com a falta de sensibilidade da <strong>administração.</strong></p>
<p>Imaginem só, a quantidade de água vendida se os três ou quatro <strong>vendedores</strong> destinados a vender pipocas tivessem sido deslocados para venderem água. Não precisa nem dizer. Só eu tomaria ao menos uns 3 copos.</p>
<p>O curioso é analisar que muitas <strong>empresas</strong> fazem o mesmo. Olham para o próprio umbigo para decidir o que ofertar ao <strong>consumidor</strong>. Esse tempo já se foi, há pelo menos uns quinze anos. Não se pode mais ofertar apenas baseado nas necessidades da <strong>empresa</strong>, ou mesmo baseado em um conceito engessado, que não se adapte às sazonalidades, por mais sutis que elas sejam.</p>
<p>Mas enfim, o que importa é que o Guarani ganhou, Vamos subir, e os ponte-pretanos, coitados, vão dormir com a cabeça inchada.</p>
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